Muçulmanos Promovem Distúrbios e Saques em Estocolmo

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Uma onda de violência e distúrbios implodiu nessa segunda-feira à noite em Rinkeby, bairro muçulmano no subúrbio de Estocolmo, na Suécia. Grupos de muçulmanos, muitos deles mascarados, promoveram saques em lojas e atearam fogo em automóveis. Os distúrbios começaram no início da noite no horário local pós a polícia ter prendido um suspeito de tráfico de drogas.  O grau de violência foi de tal ordem que a polícia foi obrigada a recuar após ter sido acuada e apedrejada por dezenas de agressores.

Um transeunte não identificado e que não estava envolvida nos distúrbios foi agredido a socos e pontapés pelos delinquentes muçulmanos e em seguida teve seus pertences roubados. Outra vítima foi Dagens Nyheter, fotógrafo de um veículo de imprensa local, que precisou ser hospitalizado após ter sido agredido por cerca de quinze agressores. Os tumultos prosseguiram noite adentro, com saques em estabelecimentos comerciais e incêndios em outros automóveis particulares. Um repórter da SVT, emissora estatal de televisão, afirmou que o cenário em Rinkeby era típico daquele de uma guerra civil.

Segundo a imprensa sueca, a maioria dos moradores de Rinkeby é formada por pessoas nascidas no exterior.  Trata-se de uma forma eufemística de dizer que a maioria dos moradores é formada por muçulmanos vindos do continente asiático ou norte-africano, e que entraram no país por conta da política imigratória pró-islâmica que vem sendo implementada há décadas pela socialdemocracia sueca. 

Negação da realidade como arma de engenharia social
O resultado dessa política de imigração pró-islâmica tem sido a gradual corrosão do tecido social sueco, com o aumento generalizado da violência e da criminalidade, especialmente crimes sexuais praticados por muçulmanos contra mulheres suecas. Não sem razão, Estocolmo há anos ostenta o título constrangedor de capital europeia do estupro. Do lado do governo, a atitude tem sido a mesma do restante da esquerda globalista que governa o continente europeu ocidental: negar a realidade da existência de um problema com a invasão muçulmana que ocorre há décadas no país, invasão essa patrocinada pela elite globalista sueca para fins de engenharia social.

Essa negação da realidade não decorre de modo algum de uma suposta incompetência. A negação faz parte da estratégia empreendida pela socialdemocracia de submissão da sociedade sueca ao islã. Uma estratégia que inclui a imposição da censura aos que criticam políticas imigratórias suecas. Uma censura que se dá através da pressão social exercida por meio dos preceitos do politicamente correto e do multiculturalismo, e também por meios legais, uma vez que qualquer cidadão sueco pode ser processado por crime de racismo ou islamofobia se fizer críticas às políticas imigratórias do país.

Os episódios de violência islâmica em Rinkeby ocorreram poucas horas após o premier sueco Stefan Löfven ter afirmado que estava surpreso com declaração dada por Donald Trump, que afirmou no fim de semana que os suecos estavam tendo problemas que eles nunca haviam imaginado antes, referindo-se à questão das políticas imigratórias. Stefan Löfven reagiu à fala de Donald Trump, insinuando que o presidente norte-americano deveria procurar se informar melhor antes de fazer declarações.

Horas após a declaração do chefe de governo sueco, a realidade em Rinkeby mostrou que Donald Trump estava correto, e que seria talvez o caso de sugerir que quem deveria procurar se informar sobre a Suécia, antes de fazer declarações, é o próprio primeiro ministro do país. Mas como dissemos anteriormente, Stefan Löfven é muito bem informado e sabe o que ocorre na nação escandinava. Sua sua contestação à fala de Donald Trump foi apenas mais um capítulo do exercício de negação da realidade que a esquerda globalista exerce continuamente, como forma de assegurar a submissão da Suécia ao islamismo.

A realidade da dominação islâmica da Suécia
Os episódios de violência ocorridos na segunda-feira em Rinkeby não correspondem a um fato isolado. Eles foram apenas uma amostra da realidade de inúmeras cidades e regiões suecas que são na prática controladas por muçulmanos, tanto recém-chegados na condição de supostos refugiados, ou muçulmanos nascidos no país e filhos de segunda ou terceira geração de muçulmanos que vieram anos antes.

No vídeo abaixo, a ativista finlandesa Tiina Wiik descreve essa realidade para além dos eventos dos violência ocorridos nessa semana. O vídeo está em inglês, mas logo abaixo dele encontra-se uma descrição em português que preparamos contendo os principais pontos tratados pela ativista.



Descrição dos pontos principais:
Mais de noventa por cento dos habitantes do bairro de Rinkeby é de origem estrangeira, sendo em sua esmagadora maioria muçulmanos. Ao andar nas ruas, o que mais se vê são homens muçulmanos e mulheres usando véus. Esta não foi a primeira vez que ocorreram distúrbios violentos no bairro. Tais atos de violência ocorrem com regularidade, assim como na região de Malmö. 

Há poucos anos atrás uma onda de violência muçulmana eclodiu em Estocolmo e se espalhou por várias cidades do país, repercutindo no mundo todo. Os distúrbios dessa segunda-feira foram praticados por muçulmanos estrangeiros, e portanto supostamente refugiados, e também por muçulmanos nascidos na Suécia, filhos de segunda ou terceira geração de muçulmanos que chegaram ao país anos antes.

Quando os distúrbios começaram, não havia policiamento no bairro. O reforço policial somente chegou ao local depois que os atos de violência haviam reduzido de intensidade, quando inúmeros estabelecimentos comerciais já haviam sido saqueados. Antes disso, havia umas poucas viaturas, e os policiais permaneceram no interior das mesmas e não se dispuseram a enfrentar os criminosos, por medo.

Esse é o padrão de comportamento da polícia sueca durante os atos de violência praticados por muçulmanos: devido ao medo, a polícia espera a violência reduzir para somente então intervir. Há cerca de um ano ocorreu outra onda de violência similar também em Rinkeby, na qual os muçulmanos atacaram a polícia causando a morte de dois policiais. Eles, os muçulmanos, não respeitam nem temem nenhuma autoridade sueca, incluindo a polícia: eles promovem ataques em grupo de vinte ou trinta contra uma única viatura policial, impossibilitando os policiais de reagirem.

Esses bairros muçulmanos são como terra sem lei:  se uma pessoa não-muçulmana se sente ameaçada, dificilmente ela poderá contar com a ajuda dos demais, e nem poderá ter certeza da ajuda da polícia, que evita entrar nessas áreas, conhecidas como no-go zones, pelo temor de também ser atacada. A polícia reconhece oficialmente a existência de cinquenta e cinco no-zones. A ativista não esclarece se esse número se refere ao país inteiro ou somente à capital.

Uma prática comum por parte dos muçulmanos das no-go zones é provocar um incêndio em um local onde é colocada uma bomba, para em seguida chamarem o corpo de bombeiros e expô-los ao risco da explosão. A intenção desse atos é fazer uma demonstração de força por parte dos muçulmanos perante às autoridades do país. Outra prática comum é chamar a polícia e anunciar uma ocorrência. Quando a polícia chega ao local, verifica-se que é uma armadilha: dezenas de muçulmanos ficam à espreita armados com garrafas e pedras e então começa o ataque aos policiais.

O mesmo tipo de emboscada é feita com serviços de primeiros socorros: se uma ambulância chega a um local, os atendentes começam a ser apedrejados e o veículo atacado. A ativista afirma  o registro de uma morte há cerca de um ano devido a essa emboscada. 

Atos de violência como os ocorridos em Rinkeby essa semana são rotineiros e diários em toda a Suécia. A posição oficial do governo sueco é negar a realidade dos mesmos e dessa forma passar a imagem de uma suposta superioridade moral do modelo soicaldemocrata sueco. Pois, para o governo, admitir a ocorrência desses atos de violência seria o equivalente a admitir que o multiculturalismo fracassou.

Nota:
Diferentemente do que foi afirmado pela ativista no vídeo acima, nós entendemos que o multiculturalismo não fracassou. Pelo contrário, o que vê hoje na Suécia e em toda Europa Ocidental é o sucesso do multiculturalismo, pois ele foi concebido pelos socialistas e socialdemocratas para essa finalidade: promover um engenharia social em aliança com o mundo islâmico para solapar a sociedade ocidental.

#CriticaNacional #TrueNews

Com conteúdo de Breitbart e Expressen.


 

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