Direito de Defesa & Ministério Público

O Estatuto do Desarmamento precisa e deve ser revogado, para permitir que o cidadão de bem possa exercer seu direito natural de proteger sua vida e a vida de sua família, bem como sua propriedade. O Estado não pode pretender tomar exclusivamente para si a tarefa de cuidar da vida de cada indivíduo, pois nenhuma instituição ou lei pode proibir uma pessoa de usar de todos os meios legítimos para proteger sua vida. 

Mas essa revogação deve ser acompanhada de uma mudança em certos setores esquerdistas do Ministério Público. Não faz sentido o cidadão exercer seu legítimo direito de defesa para em seguida ser acusado de homicídio por um promotor esquerdista qualquer que, sob pretexto de agir como fiscal da lei, ocupa-se tão somente de colocar a instituição mais poderosa e inatacável do estamento burocrático, o Ministério Público, a serviço de uma agenda ideológica comunista e globalista. 

Se hoje um cidadão de bem exerce seu legítimo direito de defesa contra um criminoso, esse cidadão corre o risco de ser acusado de homicídio ou de tentativa de homicídio por parte do Ministério Público. O promotor vai afirmar que está seguindo o que diz a lei ou se pautando pelo autos do inquérito policial. Nós afirmamos que o promotor estará apenas interpretando a lei segundo sua viseira ideológica esquerdista, e o noticiário policial do dia a dia confirma nossa afirmação.

Ainda que posteriormente a justiça absolva o cidadão de bem, ele enfrentará o inferno de ser acusado de homicídio ou de tentativa de homicídio, por ter exercido seu legítimo direito de defesa. O efeito dessa situação real já vivenciada por inúmeros brasileiros é patente: as pessoas ficam receosas de exercer seu legítimo direito de defesa ante o risco de serem incriminadas por algum promotor esquerdista. E dessa forma o objetivo da agenda esquerdista nessa área, que é proteger o criminoso e incriminar ou inibir o cidadão de bem, se realiza.

Portanto, a revogação do Estatuto do Desarmamento deve ser acompanhada também da revisão da legislação criminal relativa ao direito de defesa, bem como de uma discussão ampla na sociedade sobre a atuação ideologicamente motivada, e na maioria das vezes impune, de determinados setores do Ministério Público.

#CriticaNacional #TrueNews


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Um comentário sobre “Direito de Defesa & Ministério Público

  1. Fora isso, como bem lembrou o Comandante do Exército, em recente entrevista para um veículo de comunicação, ao se fazer uso das Forças Armadas, principalmente o Exército, em Operações de Garantia da Lei e da Oredem, há que se decretar o dispositvo legal Estado de Sítio, ou o de Defesa, o que não vem ocorrendo nos vários casos de emprego da Força, desde a Copa, Olimpíadas e recentemente os casos das rebeliões de presídios e as das PM.
    Os miitares que operam estão totalmente desamparados por Lei caso necessitem fazer o uso da força, busca e apreensão e prisões. Não podem sequer atirar para se defender!
    Fazer o uso de uma Força dessa forma é menosprezar uma Instituição de respeito. Não são bonecos inflados por ar, como os que se vê em postos de combustivel e obras nas pistas. Não são espantalhos! São combatentes muito bem adestrados.
    O que estranho nesses episódios todos é ver o Ministro da Defesa nem sequer se manifestar a respeito.
    Estamos muito mal!

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