A Esquerda & A Greve da Polícia Militar

seguranca-publicaApós nove dias de movimento grevista, uma série de suspeitas que foram surgindo ao longo desse período, e que nós do Crítica Nacional vínhamos apontando em artigos ao longo da semana, foram se confirmando: uma investigação cuidadosa possivelmente mostrará que muitas das lideranças do chamado “movimento de mulheres” que estão à frente, como fachada, do movimento grevista dos policiais (uma forma encontrada para contornar o impedimento legal de greve) são ativistas vinculadas a partidos de esquerda.

Jornais e movimentos de esquerda têm dado amplo apoio e incentivo ao movimento grevista, todos eles colocando como pauta principal desse movimento a necessidade, do ponto de vista da esquerda, da desmilitarização das polícias e a sindicalização das forças de segurança. Uma pequena mostra da instrumentalização ideológica desse movimento grevista por parte da esquerda  (instrumentalização essa que ocorre com todo movimento dessa natureza, uma vez que por definição toda greve é um instrumento de ação da esquerda) pode ser vista abaixo:

a) O PSTU é o partido de esquerda que mais explicitamente apoia e incentiva a greve das polícias. Não será difícil identificar integrantes ou simpatizantes desse partido no chamado “movimento de mulheres” que forma a fachada da greve policial. Esse apoio pode ser visto nessa entrevista que o partido fez com lideranças femininas do movimento. E também nesse outro artigo, o partido novamente apoia e incentiva a greve da polícia e propõe o modelo venezuelano de milícias formado por movimentos sociais sob pretexto de auto-defesa da população.

b) Por sua vez, o PSOL emitiu uma nota onde apoia também a greve e mais uma vez volta ao tema da defesa da desmilitarização das polícias e seu direito à sindicalização, seguindo o mesmo modelo bolchevique que os comunistas adotam em relação a esse tema no mundo inteiro.

c) O PT manteve uma postura mais discreta, ao menos publicamente, em relação a essa greve. Mas uma nota oficial do partido segue a mesma agenda da esquerda para questão: apoio à greve, desmilitarização e sindicalização das polícias.

d) O chamado Mídia Ninja, organização que já recebeu apoio financeiro do globalista George Soros, produziu alguns vídeos em apoio à greve. Em uma transmissão ao vivo realizada nesse sábado à tarde, o grupo explicitou o apoio  e acentuou aquilo que seria, na visão do grupo, o caráter feminista do movimento, pelo fato de haver mulheres à frente do mesmo. A gravação da transmissão foi posteriormente retirada do ar, mas nesse outro vídeo o grupo novamente expressa o apoio e a mesma pauta da esquerda sobre o tema.

Nossa posição: apoio às polícias militares e não cair nas armadilhas da esquerda
Nós explicitamos nossa posição em relação a esse movimento em vários artigos ao longo da semana, e em particular nesse artigo aqui, onde nosso ponto de vista está bem sintetizado. Sobre o tema da desmilitarização e sindicalização das forças de segurança, uma das mais antigas bandeiras da esquerda, segue um artigo da ativista Débora G. Portugal, que estreia hoje como colaboradora do Crítica Nacional:  

A proposta de desmilitarização e de sindicalização da Polícias Militares, que são as forças auxiliares das Forças Armadas, representará a morte de nossa democracia com o fim do estado de direito. Foi exatamente isso que se passou na extinta União Soviética por obra dos bolcheviques a partir de 1917.

Trata-se portanto de querer repetir os mesmos erros do passado, como forma de alcançar o poder. Não há nobreza alguma por parte dos que defendem a desmilitarização das polícias. Essa proposta é defendida por PT,  PSTU, PSOL,  PCdoB, PCB: todos os partidos comunistas de esquerda que se infiltraram durante anos em todos os espaços que deixamos de ocupar.

Existem mais de trinta  partidos políticos no país, e  95% deles são de esquerda. São esses partidos que ainda falam e que de uma forma ou de outra estão no parlamento e nos representam. A bem da verdade, eles não nos representam, pois  não representam nada de bom: trata-se tão somente de uma escória partidária em que um ampara o outro,  porque se um cai todos caem. Trata-se de forças políticas  que defendem tudo que não presta e tudo aquilo que afronta a índole e o senso comum da sociedade brasileira;

Débora G. Portugal é ativista do campo da direita conservadora e é consultora e administradora de empresas.

#CriticaNacional #TrueNews

290


 

Anúncios

7 comentários sobre “A Esquerda & A Greve da Polícia Militar

  1. Um médico não é cobrado pelo aumento das epidemias, um professor não é cobrado pelo aumento do analfabetismo, mas o policial militar é sempre cobrado pelo aumento da criminalidade.
    Essa cobrança não é justa!
    Mas a nada disso a Sociedade “exige”…Mas atacar médicos, policiais e professores..chamá-los de “petistas”, de “corporativistas”, dizer que eles estão “abandonando a sociedade”, é mais fácil…bem mais fácil…
    Mas violando a Constituição, pedir para que “saiam se não estão satisfeitos” é mais fácil…bem mais fácil…

    O nome de tudo isso é COVARDIA…

    Curtir

  2. .
    A tal direita conservadora SEMPE faz o jogo da esquerda porque ambos n’ao se diferenciam? QUereM o PODER para IMPOREM suas MANIAS IDEOL[OGICAS.

    Antes da greve eu comentei o interesse dos totalit[arios por INIMIZAREM as forcas policiais e militares com a populacao. E obvio que um governo totalit[ario precisa QUEBRAR toda e qualquer EMPATIA entre a forca e a populacao. Assim estas forcas nao hesitarao em OBEDECER ORDENS contra civis pagadores de impostos.

    Disse eu que a esquerda saberia cooptar tais forcas conquistando-lhes a simpatia e empatia.
    E visivel que h[a de fato UM JOGO e a esquerda o esta jogando magistralmente, sobretudo com ajuda de seus semelhantes ideol[ogicos.

    O PSOL tem despontado no noticiario como foi antes com o PT. A midia corrupta e doutrinada sempre vai pedir opniao aos psolistas, tal qual fazia desde surgimento do PT. O objetivo e DAR palanque aos novos `salvadores`. Pois e a midia que fabrica celebridades e herois, pois que ocupa o lugar dos faladores doutrinadores (fomentadores de opini’ao) do passado. Foi a midia que criou e apagou Heloisa Helena, bom lembrar.

    Basta ver como a midia safada se comporta contra a greve, sempre fomentando a antipatia entre populacao e for;as policiais e militares. Porem ha o momento de cooptar para si estas forcas, deixando apenas a populacao berrando contra estes. Assim e o jogo e se a populacao cair nesta estupidez, logo logo os contingentes das forcas estarao fazendo propaganda para seus `leais amigos`. Logo acusarao a tal direita de ser contra policiais e militares e insuflarao a revolta destes em contrario.

    Discordo completamente do PRIVILEGIO de GREVE, tambem chamado legalmente (ilegitimamente) de Direito de greve.
    Greve e n’ao trabalhar e nao receber, ainda com risco de substituicao. Isso seria justo.

    Porem se o EStado inventa o privilegio de greve, que entao SEJA PARA TODOS.

    O judiciario esta em greve no RJ, mas ganham muitissimo mais que policiais que arriscam a vida e possuem tarefas banais. Juizes (que delegam a esceventes bem graduados muitos dos processos), procuradores que pagam vassalagem a seus senhores pol[iticos e demais semelhantes, passam f[acil do recebimento (com todas as vantagens) do 40 mil reais, havendo os que passam dos 150 mil (desembargadores). Escreventes passam dos 6 mil e fazem greve, mas como sao dispensaveis tem `direito` de exigir gordo pecunio e, claro, facilitam a vida de seus tutores. Alias, quemrecolhe quest’oes para montar as provas dos `CONCURSOS` sao professores esquerdistas. Eles podem facilmente passa-las para a militancia at[e sem avisar a estes, mas nas turmas fechados para esta.
    Nao surpreende que o judiciario seja larga e majoritariamente DISCIPULOS da ESQUERDA.

    Curtir

  3. Ora ora, se atica-se a populacao CONTRA as forcas policiais, nao ha duvida que esta populacao estara mais afeita a aceitar tudo que for ferir a forca a que foram incentivados com ela antipatizar.
    Pedir punicao aos policiais nao angaria simpatia destes e muito menos os prestigia para continuarem existindo.

    …e ainda se vem falar em `jogo da esquerda` como se a ele estivesse combatendo …sera isso dialetico?

    Aticar a populacao contra as for;as policiais e militares e que e fazer o jogo da esquerda.
    Anuir com a INJUSTICA e que e fazer o jogo da esquerda.
    Tudo que defende a injustica e a opressao e fazer o jogo da esquerda e e assim que consrvadores SEMPRE fizeram o jogo da esquerda. …porque possuem a mesma ambicao? o Poder para impor suas manias a todos.

    Curtir

  4. O cerne do problema não é a paralisação dos policiais e sim a proposital falta de investimento dos governos nas polícias.
    A esquerda até pode estar por trás desse movimento, mas todos temos de convir que ele é inevitável, já que os militares estão sem receber e tendo que operar equipamentos sucateados, levando flagrante desvantagem nos confrontos com bandidos.
    A tendência é que as paralisações aumentem e se espalhem por outros estados, causando uma demonização das PMs e elevando mais ainda o prestígio da Força Nacional, que poderá em curto espaço de tempo substituir todo o efetivo da PM. Isso colocará o Poder Executivo no controle de todas as polícias do país, abrindo caminho para a fase mais aguda do projeto de socialização do Brasil.
    A paralisação está em curso há dias. Por acaso alguém viu o presidente ou algum governador sinalizar mais investimentos nas PMs? Nem verá!
    Enquanto todo mundo fica esperando 2018, a classe política executa fielmente estratégias para não chegarmos lá e só serão impedidas quando as FFAA resolverem dar um murro na mesa.

    Curtir

  5. Pingback: A Esquerda E A Greve da Polícia Militar  | Veja Isso

  6. O MESMO de SEMPRE às 08:00

    “Discordo completamente do PRIVILEGIO de GREVE, tambem chamado legalmente (ilegitimamente) de Direito de greve.”

    Vejo que Vossa Senhoria ainda é jovem, bem jovem.

    Se tivesse vivido num regime de capitalismo selvagem onde todas ilegalidades trabalhistas e economicas eram autorizadas, onde as greves eram possíveis e de fato aconteciam, onde os grevistas não recebiam NADA, onde podiam ser linearmente demitidos ou substituidos, certamente teria mais respeito pelo Direito á Greve, uma arma inquestionável do trabalhador.

    Não é como no nosso Brasil onde se fazem constatemente greves políticas e recebem o salário integralmente.

    Curtir

Comentário ao artigo:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s