Tentativa de Atentado Terrorista em Israel

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Um palestino tentou cometer um atentado terrorista contra civis israelenses nessa quarta-feira em uma localidade ao sul da cidade Ramallah, na região israelense de Samaria, que a imprensa ocidental chama de Cisjordânia. O terrorista, identificado posteriormente como Hussein Salem Abu Ghosh, tentou lançar seu veículo contra um ponto de ônibus. As forças de segurança reagiram imediatamente atirando contra o veículo. Nenhum civil ficou ferido e o terrorista morreu no local.

Segundo os jornais The Times of Israel e Ynet News, o terrorista morto era sobrinho de outro terrorista de mesmo nome que reside no campo de refugiados de Qalandiya e que no ano passado matou o israelense Shlomit Krigman e feriu uma mulher também israelense em uma ação terrorista no assentamento de Beit Horon. Logo após essa tentativa frustrada de atentado em Ramallah, uma segunda tentativa ocorreu a poucos quilômetros do local: um veículo civil disparou contra um posto militar israelense na localidade Aboud. Os soldados reagiram e dispararam contra o veículo, ferindo o agressor. Nenhum soldado ficou ferido.

A onda de atentados contra civis israelense na Samaria e na Judeia, chamadas de Cisjordânia pela imprensa ocidental, bem como na parte leste da capital israelense de Jerusalém, tem aumentado desde quando o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a Resolução 2334 declarando que estas regiões do Estado de Israel seriam “territórios palestino ocupados”. A aprovação dessa resolução somente foi possível devido à traição do ex-presidente americano Barack Obama, que não utilizou o poder de veto dos Estados Unidos no conselho. Uma dos efeitos da aprovação desta resolução foi o de estimular, sob pretensa legitimidade,  as ações terroristas palestino-muçulmanas na região.

A sociedade israelense convive diariamente com a ameaça de terrorismo. Conforme mostramos no artigo Israel Impediu Quase Duzentos Ataques Terroristas Muçulmanos, publicado em dezembro último, somente no ano passado os serviços de segurança israelenses impediram a ocorrência de quase duas centenas de atentados terroristas. Se estes atentados tivessem sido bem-sucedidos, eles teriam custado a vida de centenas de civis israelenses.

O Conselho de Segurança das Nações Unidos, por sua vez, jamais condenou esses atentados contra a população israelense. Pelo contrário, a principal ocupação da ONU no que diz respeito ao Oriente Médio é condenar o Estado de Israel quando este exerce seu legítimo direito de se defender dos terroristas muçulmanos que querem destruir a única democracia do Oriente Médio.


 

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