Suécia: Muçulmanos Suspeitos de Estupro Coletivo Transmitido ao Vivo pela Internet

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Uma mulher foi vítima de um estupro coletivo  ocorrido na cidade de Uppsala, na Suécia, no último fim de semana. O ato criminoso foi transmitido ao vivo pela internet através do facebook e teria sido assistido inicialmente por centenas de pessoas. Uma testemunha do crime contactou a polícia, cuja chegada ao local minutos depois foi também foi captada ao vivo pela transmissão, que encerrou-se abruptamente logo em seguida, segundo informa o jornal sueco Nyheter Idag.

Três homens foram presos no local e suas identidades não foram reveladas oficialmente pela polícia nem pela grande imprensa do país, a despeito de os três terem filmado a si mesmos durante a transmissão do estupro. Os três homens têm idade variando entre dezenove e vinte seis anos. A vítima tem trinta anos. O jornal Nyheter Idag contactou uma das testemunhas que presenciou o crime e que alertou a polícia, Thomas Hultin. De acordo com relato desta testemunha, a vítima teria sido drogada e estava incomunicável.

Thomas Hultin Também descreveu o perfil dos criminosos como sendo nysvenskar, termo no idioma sueco que significa novos suecos. O termo nysvenskar é um novo eufemismo criado pela grande imprensa sueca, também ela alinhada com o governo socialdemocrata globalista e pró-muçulmano do país, para se referir a horda de muçulmanos que vem invadindo a nação escandinava nos últimos anos. A lógica do politicamente correto e a ideologia do multiculturalismo seguidos por essa imprensa determinam que os muçulmanos sejam designados não por aquilo que eles são, muçulmanos, mas por aquilo que eles não são, isto é, novos suecos.

O esforço de ocultar a identidade, origem e nacionalidade dos criminosos estupradores presos em flagrante reforça a suspeita de que eles sejam muçulmanos. Pois a prática de ocultação tem sido sistematicamente empregada pela imprensa e pelos governantes de esquerda dos países europeus submetidos aos processo islamização levado a cabo pelas elites globalistas de esquerda que governam esses países. O objetivo principal dessa prática de ocultação é proteger os muçulmanos, que respondem pela quase totalidade dos crimes de estupro e de terrorismo praticados em solo europeu.

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Violência e criminalidade em país assolado por invasores islâmicos
Há pouco mais de um ano assistimos esse mesmo esforço de ocultação da verdade por parte da imprensa  para proteger muçulmanos durante a série de episódios de ataques sexuais ocorridos na cidade alemã de Colonia. Não fosse o empenho de vários ativistas e da imprensa conservadora de direita, jamais a mundo tomaria conhecimento das centenas de mulheres alemãs que foram vítimas de abusos, assédio e estupros praticados por gangues de muçulmanos nas celebrações de ano novo na cidade.

Segundo Tino Sanandaji, economista que se ocupa do crescimento vertiginoso da violência nas cidades suecas, o crime foi presenciado por centenas e possivelmente milhares de pessoas pela internet. Essas pessoas puderam ver nitidamente que os criminosos estupradores eram estrangeiros, pois eles não se preocuparam em ocultar seus rostos. Ainda assim a grande imprensa e o governo do país se preocupam em ocultar a identidade e origem nacional dos criminosos.

Ainda segundo Tino Sanandaji, existem dados oficiais que mostram que a imensa maioria dos crimes de agressão sexual cometidos na Suécia são perpetrados por estrangeiros, que por sua vez em sua quase totalidade são muçulmanos. A despeito disso, o esforço do governo socialdemocrata e da grande imprensa é de negar a relação existente entre criminalidade sexual e política imigratória pró-islâmica, atribuindo o aumento dos casos de crimes de estupro a uma suposta propensão dos homens em geral em cometer esse tipo de crime.

Episódios dessa natureza seguramente voltarão a ocorrer na Suécia, país europeu que recebeu o maior número muçulmanos em relação à população no decorrer dos últimos anos. Estocolmo já se tornou conhecida como a capital europeia do estupro, e regiões como as de Malmö se tornaram autênticos enclaves muçulmanos, ou no-go zones, onde impera a sharia e as leis e costumes islâmicos e onde a polícia sequer consegue entrar regularmente.

Nada do que ocorre no país nórdico hoje é fruto de algum erro, obviamente. Ao contrário, trata-se de uma política deliberada levada a cabo pela socialdemocracia globalista sueca, que decidiu extinguir por dentro a cultura e a civilização ocidental do país para entregá-lo aos muçulmanos. E os relatos quase diários de estupros e aumento de criminalidade, juntamento com o cerceamento da liberdade de expressão imposto pelo governo, mostram que os socialdemocratas têm sido bem-sucedidos nessa sua empreitada de destruição.

Com informações de Nyheter Idag e Express.


 

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2 comentários sobre “Suécia: Muçulmanos Suspeitos de Estupro Coletivo Transmitido ao Vivo pela Internet

  1. Lastimável ver um país que já foi referência em vários aspectos se tornar uma Nação covarde e submissa.
    Talvez esses países nórdicos tenham atingido um padrão muito elevado em todos os aspectos sociais, econômicos e administrativos, conduzindo-os a um estado de euforia beatífica e sem noção da realidade.
    Traírem-se a si mesmos com essas atitudes é que não dá para entender.
    Quem quer destruir ou tornar o seu país um lugar pior?

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    • “Quem semeia ventos colhe tempestades”, como diz o famoso ditado.

      A Suécia colhe hoje o que plantou ao longo dos séculos, pois enfraqueceu o Sacro Império na “Guerra dos 30 Anos” e plantando o gérmen do autoritarismo europeu nas teocracias protestantes, tinha laços com o Império Otomano (!) a ponto de serem traídos por eles na Grande Guerra do Norte, quando o rei sueco ficou prisioneiro daqueles em 1713/14.

      O que essa infeliz moça sofreu é o mais completo exemplo da ruína europeia, que começou com as badernas sociopolíticas causadas pelas heresias (quase sempre com interesses políticos por trás desses movimentos)na Idade Média, passando pelo movimento protestante e suas teocracias, o Terror jacobino e seus filhotes socialistas, liberais e anarquistas até o conluio socialista-islâmico que agora vemos.

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