Marcha das Mulheres Contra Donald Trump: Quando Será a Marcha Feminista Contra o Sofrimento das Mulheres no Islã?

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A esquerda globalista internacional organizou nesse sábado diversos atos denominados Marcha das Mulheres Contra Donald Trump. Houve manifestações em Washington e algumas outras cidades americanas, além de atos semelhantes em outras cidades da Europa, na Austrália e Japão e até mesmo aqui no Brasil, no Rio de Janeiro.

A manifestação na capital americana contou com o apoio de entidades como a Planned Parenthood, a empresa proprietária de centenas de clínicas de aborto nos Estados Unidos e que durante toda administração Obama recebia um grande volume de recursos públicos. A empresa também é conhecida por comercializar partes dos corpos dos fetos assassinados em suas clínicas, como foi mostrado numa gravação em vídeo no ano passado, na qual uma representante da empresa negociava, durante um almoço, os preços das partes dos corpos dos fetos assassinados que seriam posteriormente vendidas.

Os organizadores da marcha conseguiram levantar cerca de dois milhões de dólares em doações para sua realização, como se pode ver no website oficial do evento. Em outra seção do mesmo website pode ser encontrada a lista de entidades parceiras do eventos, em sua grande parte entidades ligadas ao globalista George Soros. 

Ensinamentos alinskyanos colocados em prática
A capacidade de organizar um evento simultâneo em várias das principais cidades do mundo e a facilidade em levantar enormes recursos para tal, devem servir de exemplo vivo para a direita conservadora a respeito dos métodos de atuação da esquerda em nível internacional. Como costumamos repetir insistentemente aqui no Crítica Nacional em nosso textos, áudios e vídeos: a esquerda atua sempre de maneira coordenada no mundo inteiro e nada do que ela faz é casual ou improvisado.

As leituras que a esquerda faz do cenário político e das ações a tomar no mundo inteiro são basicamente as mesmas naquilo que importa em termos estratégicos. E essa ação coordenada não resulta necessariamente de uma organização formal centralizada em nível internacional. Resulta de uma experiência comum do movimento comunista internacional, uma experiência já vivenciada por várias gerações há mais de um século e meio. 

Da mesma forma, a capacidade de organização expressa pelas dezenas de entidades que bancaram essa marcha mostra também que uma das principais lições de Saul Alinsky foi plenamente assimilada e colocada em prática pelo movimento comunista internacional: a criação de inúmeros entidades na sociedade civil sob pretexto de qualquer causa, não importa qual, desde que ela seja útil à causa revolucionária. Afinal, como o próprio Alinsky também ensinou aos comunistas, the issue is not the issue, the issue is the revolution


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Estratégias para o enfrentamento da esquerda
A direita conservadora nunca se preocupou ou ao menos nunca foi capaz de elaborar estratégias de guerra política para um enfrentamento efetivo a essa ação unificada da esquerda no mundo inteiro. Há décadas a direita conservadora no máximo se limita a ficar na defensiva, se defendendo das acusações levianas feitas pela esquerda.

A entrada de Donald Trump no cenário político internacional foi a mais importante ruptura com a essa postura defensiva da direita: Trump em nenhum momento se ocupou em ficar se defendendo. Em vez disso, ele foi propositivo ao longo da campanha e, quando necessário, atacou essa mesma esquerda que o combatia e que o continuará atacando, chamando-a pelo seu nome e dizendo aquilo que ela é, como foi o caso da Rede CNN: You are fake news

O restante da direita conservadora no mundo inteiro precisa começar a aprender a atacar, assim como fez e faz Donald Trump. Não basta usar de ironias em redes sociais. É necessário atacar com inteligência e método, para desnudar a esquerda, mostrando suas ambiguidades e suas contradições, e desmascarando ante a opinião pública os interesses ocultos presentes em suas bandeiras e causas.

No caso dessa marcha das mulheres, cumpre perguntar a estas feministas, as meretrizes baratas e obedientes a seus chefes globalistas, quando irão realizar uma marcha internacional contra o inferno que é a vida das mulheres sob o islamismo ou contra os estupros de mulheres europeias praticados por invasores muçulmanos do continente. Cumpre também fazer um levantamento para saber quais entidades alinskyanas, dentre aquelas que apoiaram essa marcha, receberam recursos públicos do governo americano durante a gestão de Barack Obama.

A esquerda tem que ser combatida pelas ambiguidades e contradições de seus discursos, sem dúvida. Mas isso não basta. É preciso combatê-la por meio de seu desmascaramento público, mostrando as motivações espúrias e a desonestidade que estão por detrás das bandeiras e causas que essa esquerda abraça.


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12 comentários sobre “Marcha das Mulheres Contra Donald Trump: Quando Será a Marcha Feminista Contra o Sofrimento das Mulheres no Islã?

  1. Perfeito. As suas análises são bastante incisivas, objetivas. Espero que outros conservadores se ou tem à nossa causa, nessa ímpia guerra, combatendo a esquerda, seja Globalistas Ocidentais, Eurasianos ou Islâmicos. Parabéns pelos excelentes textos. Conteúdo simplesmente MARAVILHOSO!

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  2. Caro Paulo Éneas, Compartilho com você, com sua visão e pensamento, sobre tudo o q vc expõe e escreve. Parabéns por seus textos e que Deus continue te dando sabedoria e com isso, abrir os olhos de muita gente que ainda está em cima do muro por falta de verdadeira informação. Parabéns . Sandra Aiken Gainesville, Fl -USA

    Enviado do meu iPad

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  3. Estou de pleno acordo com as palavras do professor Paulo Eneas. Para mim é evidente que essas passeatas “soroanas” no dia seguinte da posse do presidente Trump são provocações “da criança que perdeu o jogo e não se conforma com a realidade”. Uma das estratégias que serão adotadas pelo presidente Trump é CORTAR OS RECURSOS PARA ONG’s E OUTRAS PORCARIAS SIMILARES.

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  4. A esquerda e suas ações estão sempre na contramão da maioria, que é conservadora. Pelo menos no Brasil assim é.
    São uns ridículos. Só cortando a logística.

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  5. Pingback: Marcha das Mulheres Contra Donald Trump: Quando Será a Marcha Feminista Contra o Sofrimento das Mulheres no Islã? | Veja Isso

  6. A questão é simples: a esquerda é unida pelas suas ideias malignas, enquanto a “direita” é apenas um espantalho criado pela própria esquerda.

    O que existem são os conservadores, mas não são nem nunca foram um grupo internacional e mesmo os partidos que assim se denomin muitas vezes são centristas.

    Ficar querendo que “a direita” reaja é meio nefelibata. Para começo de conversa temos que ter um Partido político para aí sim criar alianças internacionais e nem esse dever de casa nós fizemos!

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  7. Não precisamos criar um partido para nos posicionarmos, precisamos talvez formar grupos, e estes grupos se unirem, nos mobilizar em nível mundial, porque não fazemos como o peggida na Alemanha e outro países, ou como na Polônia, Ucrânia, temos que nos unir isso sim, e procurar formas de comunicação e união com outros grupos mundiais, e começarmos a mobilização mundial.

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  8. Afinal que direitos vão ser retirados ás mulheres? Que fazem essas lésbicas e meretrizes baratas? Tem muita gente idiota util, mas tantas?

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  9. Boa era uma marcha contra as vítimas muçulmanas do genocídio sionista, levado a cabo pelo estado terroristas e pária de Israel e pelo seu braço armado, a Organização Terrorista do Atlântico Norte, a coberto destas campanhas de ódio contra os muçulmanos, com imagens que ninguém sabe bem o que são e com a realidade virtual criada pela gigantesca máquina de propaganda e de lavagem ao cérebro chamada Hollywood. A substituir as chibatadas medievais aparecem as muitos modernas bombas civilizadoras, normalmente atiradas de forma cobarde de drones. Isso sim, é democracia e liberdade. E a melhor forma – e mais definitiva – de tirar as mulheres do Islão do sofrimento. Como se quem lança estas campanhas estivesse muito preocupado com o sofrimento das mulheres do Islão. A hipocrisia no seu ponto máximo.

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