Alemanha: Estrangeiros Ilegais Serão Incentivados a Denunciar Cidadãos Nacionais por Crimes de Ódio

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A noção de crime de ódio é uma das mais recentes invenções da esquerda destinada a inibir e a proibir, e principalmente criminalizar, toda forma de expressão de pensamento e de opinião que não esteja de acordo com a ideologia esquerdista. A noção de crime de ódio, particularmente na Europa, tornou-se a tradução jurídica do politicamente correto, que dessa forma deixa de ser apenas um mecanismo de indução de comportamento e de imposição de limites ao exercício de expressão do pensamento, para se tornar uma ferramenta efetiva de controle social por parte do estado, cujas instituições judiciais já se encontram em grande parte aparelhadas e controladas por essa mesma esquerda.

O objetivo principal desse controle social é assegurar a implantação, à revelia da vontade da população, da agenda ideológica de esquerda nas áreas mais diversas e críticas da vida pública, como na educação e saúde por exemplo, além de garantir a completa e total proteção do mundo muçulmano, com o qual essa mesma esquerda mantém uma aliança estratégica e umbilical que já perdura no mínimo há sete décadas.

A proteção dos muçulmanos em solo europeu se dá pela adoção por parte do sistema jurídico dos países europeus do princípio fundamental da sharia, que é um princípio de natureza supremacista: garantir em lei o máximo de direitos e privilégios especiais aos muçulmanos e isentá-los das obrigações legais que são extensivas aos demais cidadãos nacionais. Essa é essencialmente a natureza da sharia, no que diz respeito à relação dos muçulmanos com não-muçulmanos. A esquerda no mundo inteiro adota e abraça integralmente esse princípio da sharia, sem admiti-lo explicitamente, usando do politicamente correto e da suposta defesa de minorias para justificar essa defesa.

Vídeo: A política pró-muçulmana da globalista Angela Merkel tem gerado tensões
e conflitos sem precedentes na Alemanha, como pode ser visto nesse vídeo aqui.

O capítulo mais recente desse esforço de implantação da sharia por parte da esquerda europeia se deu na Alemanha, no estado de Brandenburg. O parlamento do estado apresentou uma proposta que confere imunidade contra deportação ao imigrante (leia-se, muçulmano) que for vítima ou que testemunhar supostos crimes de ódio de extrema-direita praticados por cidadãos nacionais. Esse mesmo estado alemão já havia adotado no ano passado medidas especiais de proteção a muçulmanos, sob a alegação de supostos crimes de ódio atribuídos ao que o establishment político europeu chama de extrema-direita, ou seja, qualquer corrente política contrária à agenda globalista esquerdista de fronteiras abertas e pró-muçulmana.

Segundo o Ministro do Interior do estado de Brandenburg, a proposta tem por objetivo evitar e punir ofensas criminais e conferir proteção especial quando tais supostas vítimas (leia-se novamente, muçulmanos) são estrangeiras. Ainda segundo o ministro e apoiadores da medida, os supostos imigrantes formam um grupo vulnerável no país e o temor da deportação dificulta e torna mais difícil suas vidas. Daí a necessidade de conferir vistos de residência e tolerância adicional a supostas vítimas do que denominam extrema-direita.

Somente no ano de 2015, a política de fronteiras abertas para muçulmanos adotada por Angela Merkel resultou no ingresso contabilizado de cerca de um milhão e cem mil estrangeiros no país, em sua esmagadora maioria homens muçulmanos. As próprias autoridades imigratórias alemãs afirmam não ter certeza quanto a real procedência e país de origem de cerca de um terço desse contingente de invasores.

Caso tal proposta seja aprovada, será um passo a mais que a esquerda europeia globalista e pró-muçulmana terá dado no sentido de subjugar os cidadãos nacionais, como determina a sharia, transformando-os em indivíduos de classe inferior subservientes e submissos aos novos donos do velho mundo, os muçulmanos.

A subjugação de cidadãos nacionais, leia-se não muçulmanos, em seu próprio país está em linha com a intenção deliberada e explícita de eliminar e extinguir em seu próprio solo a civilização ocidental de base judaico-cristã, o que sempre se constituiu no objetivo central do movimento comunista e de toda a esquerda e do mundo muçulmano, e o que explica a aliança estratégica de ambos, aliança essa que já perdura há mais de meio século.

Com conteúdo de Daily Express.


 

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4 comentários sobre “Alemanha: Estrangeiros Ilegais Serão Incentivados a Denunciar Cidadãos Nacionais por Crimes de Ódio

  1. Em Hitler e os alemães, o filósofo Eric Voegelin, estudioso e inimigo declarado das ideologias, explica que as condições à aceitação do “führer” foram criadas por um processo de deterioração da linguagem, dos conceitos, das formas de estabilizar as percepções da realidade, a partir de concepções materialistas e pseudocientíficas, capazes de embrutecer as gentes e instaurar o reino da mesquinharia na nação. Os capitães desse processo foram os jornalistas e os intelectuais; ou melhor, cada jornalista e cada intelectual alemão de então, porque Voegelin não os aponta como categorias, grupos abstratos, mas como indivíduos específicos (de fato, culpar a todos, coletivamente, seria o mesmo que culpar a ninguém).

    http://colombomendes.blogspot.com.br/2016/04/hitler-os-alemaes-o-pt-e-as-sereias.html?m=1

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  2. Nenhuma novidade, pois estão somente adaptando seus aparato repressivo:

    * de neonazista/revisionista/”negacionista” para um genérico “extrema-direita”;

    * de “judeus”/minorias para o privilégio explícito a “muçulmanos”.

    Essas coisas são frutos de degradações jurídicas perpetradas pela esquerda ao longo do tempo. Ninguém se importou quando em 2011 a lei alemã foi alterada para perseguir qualquer cidadão que tivesse alguma forma de envolvimento com o nazismo na 2ª Guerra Mundial, visando tão somente dar satisfação ao “politicamente correto” e à “comunidade internacional”. Como eram nazistas, muita gente gostou de ver essa barbaridade e de colocarem até mesmo idosos em fase terminal no banco dos réus para execração pública e vanglória de Merkel, sendo muitos deles apenas membros de serviços administrativos da SS e sem envolvimento com crimes de guerra.

    Entretanto, como diz a lógica daquele famoso ditado, pau que bate em nazista bate em quem mais a esquerda chamar de extrema-direita. Longe de querer defender qualquer criminoso nacional-SOCIALISTA, mas se permitimos às nossas pseudo-democracias criar tribunais de exceção para perseguir nossos inimigos, basicamente deixamos uma arma municiada para quando nossos outros inimigos assumirem o governo. Trazendo para nosso cotidiano, ninguém se importou com a perseguição a Eduardo Cunha e hoje Rodrigo Maia está em conluio com a extrema-esquerda assim como Temer está de joelhos perante os tucanos!

    O impeachment foi bom? Sim, mas apenas ganhamos tempo ao colocarmos um estorvo à esquerda na cadeira presidencial. Por isso, precisamos nos preparar e termos nosso partido “de direita” e o que vejo como nosso agregador é o Partido Militar Brasileiro, que precisa de nossa ajuda para ser homologado até setembro: http://www.partidomilitar.com.br/

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  3. Agora, quando um alemão resolver virar homem e reagir às costumeiras surras que os muçulmanos lhes aplicam em praça pública, vai ter que se ver com a lei. Como se a covardia dessa naçao de maricas já nao bastasse..

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    • A Alemanha está literalmente com um problema sério de falta de virilidade.

      Veja uma apresentação do Exército Alemão dos dias de hoje: parecem estudantes colegiais do 2º grau!

      Embora seja uma bela demonstração de disciplina, não há aquela gana, aquela vibração, aquele “sangue nos olhos” que se vê normalmente em grupos militares. Sei disso porque fui militar.

      Para comparação, veja como eram os soldados regulares alemães em um desfile militar antes da 2ª Guerra Mundial: https://www.youtube.com/watch?v=8LKa2vzRDHQ

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