Segregação: Um Condomínio Brasileiro Exclusivamente Muçulmano

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Uma das principais características do islã é a sua auto segregação. Estando em minoria numa dada sociedade, o muçulmano não irá apenas se recusar a se integrar a essa sociedade, mas ele irá também alimentar seu sentimento de rejeição e de repulsa aos valores e hábitos civilizacionais dessa sociedade não islâmica que o acolheu. Essa conduta auto segregacionista tipicamente muçulmana foi fortemente tolerada e estimulada pela esquerda europeia já ainda nos anos cinquenta do século passado.

Sob o pretexto do multiculturalismo e de uma suposta preservação de identidade cultural, a Europa assistiu passivamente a formação de auto enclaves muçulmanos nas principais cidades do continente ao longo de décadas, muito antes de surgir a questão dos supostos refugiados de guerra do Oriente Médio. O resultado desse processo foi o surgimento das chamadas no-go zones em várias cidades europeias, formadas por regiões controladas por muçulmanos. Regiões onde impera a sharia, a lei islâmica, e não a lei do país, onde as polícias têm dificuldade de entrar e onde os cidadãos nacionais que não sejam muçulmanos são proibidos na prática de morar e até mesmo de transitar.

No Brasil ainda não existem no-go zones muçulmanas. No entanto, iniciativas explícitas de auto segregação já estão sendo tomadas pelos seguidores do islã. No vídeo mostrado abaixo, é exibido um projeto para a formação de um condomínio exclusivamente muçulmano. A iniciativa vem sendo divulgada por uma entidade denominada Islam.Org. O vídeo não informa em qual cidade do país tal condomínio exclusivamente muçulmano seria construído.

Inicialmente é o caso de se questionar a legalidade de uma iniciativa segregacionista dessa natureza. O que ocorreria com um morador de tal condomínio se abandonasse o islã? Ou se vendesse o imóvel para um comprador não muçulmano? Qual seria a reação das autoridades brasileiras e dos formadores de opinião pública se, hipoteticamente, houvesse uma iniciativa de se formar um condomínio destinado unicamente a judeus? Ou destinado unicamente a católicos ou unicamente a protestantes?

Por enquanto deixaremos apenas essas perguntas. Mas gostaríamos enormemente de saber o que o Ministério Público Federal, entidade sempre tão zelosa e preocupada em interferir na vida de pessoas e empresas usando critérios de natureza ideológica esquerdista, teria a dizer a respeito da legalidade dessa iniciativa. Ou a entidade irá preferir não se manifestar, uma vez que questionamentos ao islã não fazem parte da agenda ideológica da esquerda? Aguardemos.


8 comentários sobre “Segregação: Um Condomínio Brasileiro Exclusivamente Muçulmano

    • Quero ver você falar isso da comunidade canção nova. Quero ver se você é bom mesmo.

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  1. Pingback: O islã chegou ao Brasil! | 13maio1917

    • EM NOME DA VERDADE, iSRAELITA(JUDAICOS) EXISTEM MUITOS, PELO MENOS EM P.ALEGRE TEM O COLÉGIO ISRAELITA, não estou dizendo que sou contra ou a favor

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  2. nao existem! A arabia saudita so banca os * badrízius * do terror! A mesma comprou os governos de alemanha , france a gran bretagne – tbem domina e comanda a cia americana! Agora o alvo é aki….se é que nao nos movimentemos com rapidez que por sinal ha 3 anos estamos acompanhando o RISE DESSE POVO OBSCENO E ASSASSINO!

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    • Muçulmano deve seguir as leis do país que o acolheu, caso contrário deverá ser deportado de volta às suas origens. Aliás qualquer religião tem que obedecer as leis do país onde reside. Os muçulmanos não são melhores e nem piores, inferiores ou superiores a qualquer outro cidadão. Se quiserem viver no passado que o façam em seu lugar de origem. Não podem e não devem e não tem nenhum direito de imporem a sua religião crença ou ideias aos outros. Os assassinos ladrões e terroristas se escondem atrás de uma religião, nem todos são extremistas.

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