O Ano Começa Com Análises Mentirosas e Tendenciosas da Grande Imprensa

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O jornal O Globo traz nessa segunda-feira uma matéria extensa e mentirosa a respeito das perspectivas econômicas e políticas internacionais para o ano que se inicia. Citando um certo professor de economia da UFRJ, o jornal diz que o ano será mais perigoso, instável e inseguro devido à chegada de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. A matéria diz também que a possibilidade de vitória da direita conservadora nas eleições desse ano na França e na Alemanha seriam fatores de risco adicionais para a suposta instabilidade e insegurança no mundo. A matéria, que foi referendada e endossada pelo blog O Antagonista, pode ser lida na íntegra nesse link aqui. 

Ainda sobre Donald Trump, a o jornal insiste na falácia a respeito de um suposto protecionismo de sua política econômica, particularmente em relação à China. Uma falácia que tem seduzido também certos setores conservadores, e que serviu de pretexto para que alguns desses setores adotassem uma postura cética ou mesmo contrária a Donald Trump durante a campanha eleitoral americana. Não é difícil mostrar que, mesmo do ponto de vista do liberalismo clássico, não existe nada de protecionismo no programa econômico de Donald Trump. Ainda essa semana traremos um artigo tratando desse tema em mais detalhes.

A análise é mentirosa e tendenciosa porque parte do pressuposto, adotado por toda a grande imprensa internacional, de que Donald Trump representa um perigo para os Estados Unidos e para o mundo. Oras, basta não ser um analista míope e alinhado com a esquerda globalista para perceber que o maior risco que o mundo correu, e que continuará correndo até o próximo dia vinte desse mês, se chama Barack Obama.

Foi a política externa antiamericana e pró-islâmica de Barack Obama que tornou o Oriente Médio mais instável, que possibilitou o surgimento do Estado Islâmico e que permitiu ao Irã ter acesso à tecnologias para fabricação de armas nucleares. Além disso, foi Barack Obama quem estimulou e financiou a chamada Primavera Árabe, que nada mais foi do que um processo de revoluções islâmicas em todo norte africano conduzidos pela Irmandade Muçulmana.

Mais insegurança e instabilidade no mundo
Sob o governo Obama a ONU assumiu de modo mais explícito seu papel e sua vocação, presentes desde a sua fundação, de se tornar o embrião de um governo mundial de caráter globalista. E também foi sob Obama que a América Latina quase inteira tornou-se um quintal e uma zona de influência da ditadura comunista cubana, o que resultou, entre outros, no crescimento do movimento comunista no subcontinente. Crescimento esse que foi acompanhado pelo fortalecimento e enriquecimento do crime organizado e do tráfico de drogas em toda a região, e do consequente aumento da criminalidade e da violência. E por fim, sob o governo Obama essa mesma ditadura cubana saiu fortalecida pelo apoio que passou a receber do governo americano após o reatamento das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos.

Sob essa perspectiva, é desonesto afirmar que o mundo se tornará mais inseguro e instável devido a derrota da esquerda globalista internacional nos Estados Unidos imposta por Donald Trump. Pois a vitória de Trump se deveu, entre outros, à percepção por parte da sociedade americana de que os Estados Unidos e o resto do Ocidente caminhariam para uma situação muito mais insegura e instável, tanto externa quanto internamente, caso as políticas socialistas e pró-muçulmanas de Barack Obama tivessem prosseguimento com a eventual vitória da abortista Hillary Clinton.

Por fim, considerar a possibilidade de vitória da direita conservadora, que a matéria chama cinicamente de extrema-direita, nas eleições da França e da Alemanha desse ano como fator de insegurança e instabilidade no mundo não passa de vigarice intelectual típica de professor universitário e de jornalista brasileiros. Existem de fato chances reais de vitória da direita nesses dois países. E estas chances se devem justamente à insegurança e à instabilidade que os anos de políticas socialistas pró-muçulmanas levadas a cabo pelos governos de Angela Merkel e François Hollande trouxeram a seus respectivos países.

Portanto, eventuais vitórias da direita na França e na Alemanha nas eleições desse ano representarão um fator de estabilidade e mais segurança para esses países, ao contrário da mentira e do proselitismo ideológico esquerdista que o jornal apresentou a seus leitores sob pretexto de estar fazendo análise política.


 

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7 comentários sobre “O Ano Começa Com Análises Mentirosas e Tendenciosas da Grande Imprensa

  1. Quando vcs pararem de criticar O Antagonista eu volto. A noticia foi publicada por O Globo porque nao citam esta midia e sim o Antagonista. Falta muito para chegar ao nivel deles. Eles só divulgam. Opinam pouco. O Mainardi lia na Veja há anos e sempre gostei, nao vai ser paulo eneas que vai fazer mudar de opinião, fuiiiiii

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  2. Ola Zilda. Voce disse:
    “A noticia foi publicada por O Globo porque nao citam esta midia e sim o Antagonista.”

    A matéria acima começa, literalmente, na primeira linha, dizendo:
    “O jornal O Globo traz nessa segunda-feira uma matéria extensa e mentirosa a respeito das perspectivas econômicas e políticas”.

    Qual parte voce nao entendeu? Esperamos que voce volte a nos acompanhar. E sim, continuaremos a criticar O Antagonista na funçao de desinformante alinhado com a grande imprensa globalista que o blog sempre exerceu.
    __

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    • Paulo Eneas, pelo português da Zilda já podemos entender tudo. Os letrados continuam lendo seu trabalho. Parabéns.

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  3. Zilda

    Boa viagem!

    Senhor Paulo Eneas

    Por falar em Cuba.
    Cerca de um mês antes de os EUA pela mão do queniano Obama abrirem sua embaixada, eu escrevi ao Obama, perguntando-lhe como poderiam os EUA abrir uma embaixada em Cuba com as prisões cheias de presos politicos.
    Passados poucos dias tive resposta através do seu gabinete de relações públicas dizendo que agredeciam a minha preocupação e que estavam a tratar desse assunto.
    Estavam nada! As prisões continuam mais cheias e os EUA lá têm a sua embaixada.
    Outra coisa, sabia que as duas filhas do casal Obama são adotadas e cubanas?
    Talvez isso explique o “amor” do Obama por Cuba.

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    • As crianças de Obama são Cubanas? Ah, tá! Isso explica as atitudes populistas de governos progressistas em qualquer lugar desse planeta!

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  4. O artigo é muito bom, somente O Antagonista não endossou a matéria publicado em O Globo. Somente descreveu o que foi escrito em O Globo.

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