Mensagem de Fim de Ano do Escola Sem Partido ao Militante Disfarçado de Professor

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O ano de 2016 que está em vias de terminar foi extraordinário, pois assinalou avanços importantes, ainda que tímidos e incipientes,  do conservadorismo de direita no país e derrotas e reveses igualmente importantes do movimento comunista. Um desses avanços foi o crescimento do Escola Sem Partido, uma iniciativa voltada a combater a doutrinação ideológica comunista que militantes esquerdistas disfarçados de professores há anos promovem livre e impunemente em sala de aula.

O Escola Sem Partido foi a mais importante iniciativa de guerra política contra a esquerda que surgiu nos últimos anos. Sua importância reside no fato de combater e denunciar, com amplo amparo e respaldo legais, a vocação hegemonista e autoritária da esquerda, que transformou as instituições de ensino públicas e privadas em centros de doutrinação ideológica marxista, onde prevalece o autoritarismo de um pensamento único imposto a uma audiência cativa, sob o pretexto de exercício de liberdade de expressão e liberdade de ensinar.

Essa doutrinação praticada em sala de aula contra crianças e adolescentes por militantes comunistas disfarçados de professores é acompanhada também de práticas indutoras de comportamento para fins de engenharia social. Práticas essas que se traduzem, entre outros, por meio de programas curriculares que incluem aberrações doentias como a ideologia de gênero, que a esquerda já decidiu que irá tentar impor à força nas escolas, ainda que à revelia da lei.

Portanto, o combate efetivo à doutrinação ideológica nas escolas, a indução de comportamentos e o controle absoluto que a mentalidade esquerdista exerce sobre a instituição escolar pública ou privada, deve ser visto como prioridade número um na luta dos cidadãos e das cidadãs de bem contra a vocação autoritária e hegemonista e antidemocrática do movimento comunista no país. O Crítica Nacional apoia integralmente a iniciativa do Escola Sem Partido desde o surgimento do portal, e já tratamos do tema em diversas artigos ao longo desse ano, como por exemplo nos links mostrados abaixo:

a) Projeto Escola Sem Partido Sofre Ataque no MEC

b) Escola Sem Partido: O Calcanhar de Aquiles da Esquerda

c) Escola Sem Partido e a Desonestidade da Esquerda Brasileira

O Escola Sem Partido continuará tomando medidas, especialmente na área judicial, para combater a doutrinação ideológica nas escolas. E é esse o recado que o Dr. Miguel Nagib, coordenador nacional do Escola Sem Partido, enviou aos militantes comunistas doutrinadores disfarçados de professores. O recado foi enviado por meio de um texto publicado website do Escola Sem Partido, e que reproduzimos integralmente abaixo:

Prezado Militante Disfarçado de Professor:

O ano de 2016 está chegando ao fim. Foi um ano de ouro para a militância em sala de aula, não é mesmo? O ano do “gópi”, do “Fora, Temer!”, das “ocupações” contra a PEC 241… Quanta politicagem! E a trabalheira para “desconstruir a heteronormatividade dxs alunxs”? Mesmo sem dar aulas e fazendo aquilo de que mais gosta, você deve estar exausto. Agora vêm as férias, o descanso merecido antes de voltar ao front em 2017.

Pois é de 2017 que eu gostaria de lhe falar. Tudo indica que não será um ano muito tranquilo para politiqueiros como você. O problema é que, graças em parte ao trabalho realizado pelo Escola sem Partido ‒ que você tanto odeia quanto teme ‒, a doutrinação ideológica e a propaganda política e partidária em sala de aula estão se tornando uma atividade de alto risco. A cada dia mais gente fica sabendo quem você é e o que você faz no segredo das salas de aula. E o que é pior: essas pessoas já entenderam que aquelas práticas, além de covardes e antiéticas, são ilegais, o que significa que você pode acabar tomando um processo nas costas caso venha a causar algum dano, material ou moral, a qualquer dos seus alunos.

A situação vai ficar ainda mais complicada para o seu lado quando sair pela editora Record o livro que Rodrigo Constantino e eu estamos escrevendo, o que deve acontecer logo no começo do ano. Mais e mais estudantes e pais saberão como lidar com abusadores como você. Três anos é o prazo de prescrição das ações de reparação de danos, segundo o Código Civil. É o tempo de que dispõem as suas vítimas para decidir se desejam processá-lo. O interessante é que, nesse meio tempo, elas já não estarão sob o seu poder, de modo que você não poderá persegui-las ou prejudicá-las. Você provavelmente já terá esquecido o nome delas, mas elas se lembrarão perfeitamente do seu.

Agora, pense no número de estudantes e pais que podem se sentir lesados pelas suas práticas abusivas ao longo desses três anos, e calcule o tamanho do risco a que você está se expondo e expondo as escolas onde trabalha, que respondem solidariamente pelos danos que você causar aos usuários dos serviços que elas prestam. É por isso que professores com o seu perfil passarão a encontrar cada vez mais dificuldade para arrumar emprego nas escolas particulares. Você pode ser muito útil para os partidos e organizações a que serve, mas para as escolas em que trabalha é sinônimo de encrenca.

Se você soubesse como é fácil, no Brasil, processar outra pessoa, ficaria bastante preocupado. Só para você ter uma ideia: nos juizados especiais, se o valor da indenização pleiteada for igual ou inferior a 20 salários mínimos (R$ 15.760,00), o autor da ação nem precisa gastar dinheiro com advogado: ele mesmo pode assinar a petição, cujo modelo eu terei o prazer de disponibilizar.

É claro que algumas dessas ações podem vir a ser julgadas improcedentes; mas até isso acontecer, você já terá tido um bocado de aborrecimentos e despesas. O simples fato de ser processado já é uma “condenação”. Enfim, tudo vai depender das suas vítimas. Se elas não se acovardarem ou se omitirem, você vai receber tantas intimações que pode acabar ficando amigo do carteiro ou do oficial de justiça.

De minha parte, continuarei me esforçando para que molestadores empedernidos como você sejam expelidos do sistema. Desejo-lhe, portanto, um 2017 cheio de denúncias e processos. Que seus alunos não caiam na sua conversa, e os pais deles estejam sempre de olho em você.

Estes são os meus votos de Ano Novo para você e seus colegas de militância.

Sem o menor respeito ou admiração,

Miguel Nagib
Coordenador do Escola Sem Partido

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2 comentários sobre “Mensagem de Fim de Ano do Escola Sem Partido ao Militante Disfarçado de Professor

  1. Simplesmente genial!
    Doutrinação pode ser tipificado em Lei como assédio ideológico, um constrangimento de graves consequências. Inclusive psicológicas.

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  2. Kkkkkkkk

    Perfeito, recado dado lindamente!

    Estudantes, denunciem esses aproveitadores!
    Esses lixos colocam um monte de baboseira na cabeça dos alunos e depois os jogam na linha de frente pra arranjar briga com a polícia. Não passam de vermes oportunistas e covardes!

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