Alemanha: Sete Mil Suspeitos de Terrorismo Islâmico Vivem Livremente no País

Em entrevista dada nessa quinta-feira à Rádio BBC, o antigo chefe do serviço secreto britânico MI6 (Military Intelligence, Section 6), Richard Barret, informou que existem cerca de sete mil suspeitos de ativismo jihadista ligados ao terrorismo islâmico vivendo livremente na Alemanha. Mas segundo o próprio Richard Barret, é virtualmente impossível, para os serviços de segurança interna do país, manter qualquer tipo de monitoramento das atividade desses suspeitos.

Um desses jihadistas é o muçulmano de origem turca Anis Amri, que atualmente está sendo procurado como principal suspeito pelo atentado com caminhão que matou doze pessoas e deixou de dezenas de feridos em uma feira natalina em Berlin essa semana. Anis Amri estava entre os cerca de quinhentos muçulmanos jihadistas trazidos para dentro do país por Angela Merkel que já estava sendo monitorado pelos serviços de segurança devido a suas ligações com grupos terroristas islâmicos.

O monitoramento de Anis Amri incluía escuta telefônica. No entanto, em setembro desse ano, o gabinete de procuradores do país entendeu que as informações que haviam sido coletadas pelos serviços de segurança até o momento não justificavam a autorização para a continuação do monitoramento, que foi então encerrado. Desta forma, graças a uma decisão do estamento burocrático alemão, o jihadista ficou livre para cometer o atentado.

O terrorismo islâmico não decorre de falhas de segurança
As declarações de Richard Barret reforçam o que nós do Crítica Nacional estamos apontando já há muito tempo: é um erro ou má fé atribuir o problema do terrorismo muçulmano na Europa a uma suposta falha ou incompetência dos serviços de segurança, como costuma proclamar parte da imprensa ocidental e brasileira que se pretende isenta, como o blog O Antagonista por exemplo, bem como alguns supostos especialistas que aparecem na grande mídia para tratar do assunto.

O terrorismo muçulmano em solo europeu não decorre de um erro ou incompetência: ele é resultado direto e esperado de uma decisão política do estado controlado pela esquerda globalista, que tomou a decisão de escancarar o continente para a invasão muçulmana, com o propósito último de acelerar projetos de engenharia social talhados para solapar e destruir a cultura e a civilização ocidental.

Somente no ano passado entraram mais de novecentos e sessenta mil supostos refugiados em solo alemão. As próprias autoridades imigratórias do país admitem não haver meios de assegurar a origem e a procedência nacional de grande parte dessas pessoas. Essa semana, a imprensa alemã informou que apenas três por cento desse contingente de estrangeiros, em sua esmagadora maioria muçulmanos, conseguiu trabalho.

Portanto, grande parte desses invasores vivem às custas do regime de bem-estar social, a menina dos olhos da socialdemocracia europeia, bancado pelo povo alemão. Dessa forma, a esquerda globalista europeia conseguiu a façanha de, por meio da armadilha do multiculturalismo, fazer com os povos europeus banquem e sustentem aqueles que estão dispostos a dizimá-los.


 

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