Secretária de Estado Alemã Defende a Sharia e Ataca a Direita do País

A esquizofrenia representada pelo delírio esquerdista chamado multiculturalismo está em vias de conquistar mais uma vitória na guerra que a esquerda e seus aliados muçulmanos promovem contra a civilização ocidental. Desta vez o campo de batalha em que esta vitória poderá ser alcançada é a cidade de Berlin, na Alemanha. O prefeito da capital alemã, Michael Müller, decidiu nomear para o cargo de Secretária de Estado da cidade para assuntos federais a muçulmana Sawsan Chebli, indicada para a posição pelo Partido Verde, que faz parte da coalização de esquerda que lhe dá sustentação.

O cargo é de grande relevância política, pois entre as suas atribuições está a de tratar diretamente com o governo federal alemão diversos temas relativos à cidade, em especial assuntos de imigração. A administração do prefeito Müller, do Partido Social Democrata alemão, tem sido caracterizada entre outros por sua atitude leniente e tolerante em relação à imigração ilegal, criando barreiras e dificuldades para deportação, prevista na lei, de imigrantes muçulmanos ilegais.

Em entrevista dada ao jornal alemã Franzfurter Allgeimeine Zeitung em agosto, Sawsan Chebli afirmou que a lei islâmica, a sharia, é compatível com a sociedade alemã e acusou os alemães que criticam a sharia de fazerem tais críticas por não conhecer a lei islâmica. Na mesma entrevista ela atacou uma das principais forças da direita conservadora alemã, o AfD (Alternative for German), que se opõe à política imigratória suicida do governo de Angela Merkel, acusando seus integrantes de serem antipatriotas. E completou fazendo uma referência a seu pai, um muçulmano típico que segundo ela nem mesmo fala alemão (mas que seguramente se beneficia das políticas de bem-estar social que a socialdemocracia alemã assegura aos invasores muçulmanos), afirmando ser ele muito mais integrado à sociedade alemã do que os alemães filiados ao AfD.

Sawsan Chebli é uma mentirosa e dissimulada, como todo seguidor ou seguidora do islã. Essa dissimulação e mentira estão presentes no próprio islamismo e recebe o nome de Taqyia. Ao contrário do que diz a muçulmana mentirosa, os principais críticos do islamismo no ocidente, como Robert Spencer do Jihad Watch, Dr.Bill Warner do Center for the Study of Political Islam ou ainda Raymond Ibrahim, do FrontPage Magazine, além é claro do professor Olavo de Carvalho, estão entre os maiores especialistas do mundo a respeito do islã. E justamente por conhecer o islã e a sharia em profundidade, estes estudiosos estão entre seus principais críticos.

Somente quem desconhece a real natureza do islã consegue ver a sharia como algo inofensivo e compatível com a civilização ocidental. E também é justamente por isso que a esquerda procura de todas as formas ocultar a real natureza do islã, apresentando-o como uma religião da paz e da tolerância, quando na verdade ela não o é nem nunca o foi.

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A sharia e a real natureza do islã
A sharia significa apedrejamento até a morte ou chibatadas em mulheres acusadas de adultério, onde adultério significa inclusive ser vítima de estupro. Sharia significa amputar as mãos de quem comete furtos. Sharia significa a prática aberta e aceita de pedofilia e o assassinato de homossexuais. Sharia significa a ausência absoluta da liberdade de expressão. Sharia significa a negação completa da democracia. 
Sharia significa a ordem expressa para decapitar qualquer outro ser humano que não seja seguidor do islã e que recuse a conversão. Sharia significa pena de morte para quem abandona o islã.

Sharia é a negação do princípio basilar do direito natural, segundo o qual a vida humana possui uma dignidade própria e intrínseca que independe da crença do indivíduo, de sua orientação sexual, de seu grupo étnico ou de suas convicções políticas. A sharia representa essencialmente a natureza supremacista do islamismo, que estabelece que quaisquer outras formas de organização social e de crença religiosa distintas daquelas do islã não podem nem devem existir na face da Terra, devendo ser exterminadas ou subjugadas.

A sharia é a expressão da real natureza do islã: para muito além de ser apenas uma  crença religiosa, o islã é acima de tudo um conceito de civilização, nascido como primeiro projeto de engenharia social da história. A sharia é, portanto, a síntese daquilo que é essencial no islã no que diz respeito ao restante da humanidade: a noção de que nenhum ser humano que não seja muçulmano ou que não se submeta ao islã é digno o bastante para permanecer vivo. A sharia, e portanto o islã, não é e jamais poderá ser compatível com a civilização ocidental.

Com informações de Pamela Geller, Breitbart e Daily Mail


 

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8 comentários sobre “Secretária de Estado Alemã Defende a Sharia e Ataca a Direita do País

  1. O multiculturalismo está acabndo com a Alemanha e com a Europa toda, e os islâmicos são a principal arma que o marxismo está usando para vencer de vez a resistência da civilização ocidental.

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  2. Pingback: Secretária de Estado alemã quer acabar com a Alemanha | 13maio1917

  3. Gosto muito de suas reportagens, mas essa terei que discordar com você sobre Olavo de Carvalho. Esse cara ja praticou esoterismo islâmico e astrologia, de acordo com Julio Severo: “Olavo ajudou a fundar no Brasil a primeira tariqa, um centro islâmico esotérico que ensina uma espécie de bruxaria muçulmana, e um dos filhos dele é um muçulmano atuante. Ainda que Olavo pareça hoje rejeitar parcialmente algumas dessas experiências passadas, muitos artigos dele louvam e recomendam Guénon.”
    Me desculpa mas não posso considerar ele um cara conservador…

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  4. Pela sharia, a mulher nada vale. É apenas uma maquina reprodutora. Nem pode ter prazer na consumação do ato sexual, pois a religião obriga a fazer ablação do clitoris.
    Por que a Angela Merkel não fez isso?

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