A Necessidade de uma Frente Nacional de Direita

Ainda que o cenário econômico apresente alguma melhor no ano que vem em virtude das medidas corretas tomadas até agora pelo governo de Michel Temer, coisa que esperamos e acreditamos que vai acontecer, o embate político continuará tão ou mais acentuado do que o desse ano: os comunistas continuarão de todas as formas tentando  sabotar e derrubar o governo para promover uma ruptura à esquerda, apostando para isso na instalação do caos e da desordem e contando com o apoio ostensivo da grande imprensa e da intelectualidade acadêmica. 

Nesse ambiente, é imprescindível que a direita brasileira se organize em uma Frente Nacional, reunindo conservadores e liberais autênticos,  para analisar e antecipar cenários e estabelecer estratégias de ação para os embates que virão.

Não faz mais sentido a direita direita brasileira continuar sendo coadjuvante secundária da cena política nacional, indo a reboque de movimentos liderados por figuras públicas que não dispõem de nenhuma visão estratégica e que se movem unicamente pelo voluntarismo imediatista e amadorístico, no melhor dos casos, ou pelo oportunismo puro simples, como em geral ocorre. A direita brasileira precisa e deve, para o bem da nação, assumir o papel que lhe cabe e que ela deixou de exercer há mais de meio século.


 

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12 comentários sobre “A Necessidade de uma Frente Nacional de Direita

  1. Acho que a melhor saída para o Brasil, nesse instante, seria não uma candidatura do Jair Bolsonaro, como muitos querem, mas uma candidatura de ninguém menos do que Silvio Santos. Ele é judeu, o que deixa ele imune a um certo grau de critica da Esquerda, tende a direita, politicamente incorreto, rico, famoso, adorado por todos, claramente imune a corrupção, e não precisa provar nada pra ninguém.

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    • O Silvio Santos teria primeiro que explicar a história do seu banco, o Pan-Americano. Quem, como sempre, pagou o prejuízo, fomos nós.

      “Em 29 de janeiro de 2011, o jornal Folha de S. Paulo anunciou que o rombo que o banco tinha era de 4,1 bilhões de reais (1,6 bilhões de reais a mais do que anunciado anteriormente). Em tal situação, Sílvio Santos vendeu o Banco PanAmericano S/A para o grupo BTG Pactual. O empresário não receberia nenhum valor em troca, já que o grupo BTG Pactual assumiu toda a dívida acumulada. Sílvio Santos disse ainda que as demais empresas do Grupo Silvio Santos não estão mais à venda[6]. Contrariando essa afirmação, em 31 de julho de 2011, a Magazine Luiza adquire o Baú da Felicidade.”

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  2. O nome hoje é Bolsonaro, mas é notório que ele está indo com muita sede ao pote. Entendo que ele quer avançar no vácuo político que a Lava Jato vai causar em 2018, mas “o sistema” não vai se desmontar tão facilmente e a eleição de Rodrigo Maia mostrou que toda a esquerda (bolivariana, stalinista e fabiana) pode se unir para se proteger. Não me assustaria em ver todos eles apoiando o Caiado contra Bolsonaro, pois tem gente esquecendo que aquele é parte do “sistema”, diferente de Jair, que sempre foi independente mesmo quando começou na política como um centrista nacional-desenvolvimentista.

    Acho que o ideal é fortaleceria o Partido Militar Brasileiro (PMBR), desde já o ajudando a ser homologado. Além de ser de direita, o Partido agregará o que é desdenhosamente chamado de “bancada da bala” pela Globo e já surgiria forte. Já também um outro Partido sendo montado, o PDS (Partido da Defesa Social), que só ganhou um pouco de publicidade porque Bolsonaro fez um vídeo de apoio a eles. Achava que seria ruim ter essa divisão, mas creio que o PDS poderia ser a linha auxiliar do PMBR e por ser ideologicamente mais “leve” (vejo-o como de centro-direita, com propostas um tanto vagas) poderia crescer de forma mais rápida fundindo-se com outras siglas similares (PRTB, PEN, PTC etc.) para “endireitá-las”, enquanto o PMBR encabecaria essa nova Aliança Renovadora Nacional.

    Não vamos conseguir tudo para 2018 e acho que deveríamos focar primeiramente nos cargos legislativos, para depois disputarmos o Executivo Federal. Mas muita coisa ainda vai acontecer em 2017…

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  3. Com minha proveta idade, tenho a experiência de já ter muito dedicadamente contribuido para a criação de um partido de Direita.Só não avançou pela ambição de quase todos quererem ser o líder desse novo partido.
    Então aí, afastei-me.
    A liderança ou a possível liderança sobe muito depressa á cabeça de tanto ambicioso que chega a ser chocante por ser tão absurdo.
    E as discussões? Era cada uma puxando a si a sua legitimidade, que afastei-me.

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    • Pedro Rocha

      A ARENA mudou seu nome para Partido Democrático Social (PDS). Muitos ficaram pelo caminho.

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    • Pangeia, é exatamente isto que acontece. Participei da fundação do Partido Popular no começo da década de 80, ainda acreditando que idéias poderiam ser levadas adiante por partidos políticos. Pura ilusão. Brigam entre si pelos cargos, sem nem debater aquilo que deveria ser a diretriz, o programa.
      Temos que ter uma ideologia para o país, visando o desenvolvimento e a qualidade de vida dos seus trabalhadores, com dignidade na aposentadoria. Para isto não precisamos de partidos (segmentos), que depois de formados, brigam unicamente pelo Poder. Fato. Ainda mais, se cada grupo quer um partido para si. Se alguém se sente inferiorizado, já parte para a fundação de outro partido (segmento).
      http://capitalismo-social.blogspot.com.br/2016/02/61-passos-para-implantacao-do-ante.html

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    • Martim Berto Fuchs

      Gostei muito de ler seu post, pois descreveu com exatidão o que aconteçe quando se pretende fazer um novo patrido político.

      Meus parabéns.

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  4. Tudo o que dissermos aqui teremos divergências positivas mas precisamos levar essa discussão para a nossa realidade e pautar essa FRENTE com propostas sólidas a curto medio e longo prazo.

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    • Anossa realidade é muito simples: aqui domina o marxismo e a corrupção. E muitos analfabetos funcionais políticos que nada entendem de direita ou esquerda (para mim não existe centro ou então centro é sinônimo de marxismo com muito verniz) mas que se recusam a confessar que nada sabem.
      Se entrarem para a política é para encherem seus bolsos como pensam ser norma aqui no Brasil.

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  5. Pingback: Proposta de Assembléia Constituinte: Golpe da Classe Política | Crítica Nacional

  6. Pageia concordo com você em gênero número e grau, mas do que adianta só reclamarmos e não nos mobilizar para mudar a realidade, assim como você falou em tentar fundar um partido e se decepcionou, já participei da fundação ou renascimento da ARENA e também fiquei decepcionado, mas nem por isso temos que desistir, quem sabe é agora com o sentimento aflorada da pseudo direita como diz e aproveita os ânimos.

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