Retomada de Aleppo: Derrota de Barack Obama & Mentiras da Grande Imprensa

Essa semana começou a circular na grande imprensa a notícia de que famílias da cidade de Aleppo, na Síria, estariam consultando líderes religiosos muçulmanos para pedir autorização para matar suas esposas, filhas e irmãs,  ante às supostas ameaças de estupros por parte do Exército Sírio que está em vias de retomar o controle da cidade, que se encontrava até então sob o domínio dos jihadistas muçulmanos ligados ao Estado Islâmico e apoiados por Barack Obama. 

A notícia foi publicada, entre outros, no Jornal O Globo e até mesmo na revista feminina Cláudia. É bastante provável que essas notícias sejam rigorosamente falsas. Obviamente em toda guerra se cometem atrocidades e a população civil, em particular mulheres e crianças, são as principais vítimas, fazendo do drama humanitário a faceta mais cruel de um conflito bélico. Mas o tratamento que vem sendo dado pela imprensa ocidental à retomada de Aleppo pelas tropas do governo do ditador Bashar Assad revela outra faceta bastante comum da guerra: a propaganda travestida de notícia.

Todo o noticiário ocidental passa a imagem de que a grande tragédia sobre Aleppo começou agora, com a chegada do exército sírio, apoiado pelos russos. O noticiário oculta o fato de que a tragédia teve início quando a cidade foi tomada pelos jihadistas muçulmanos do Estado Islâmico, que são chamados pela imprensa de rebeldes. Estes mesmos jihadistas impuseram o terror na cidade, matando e perseguindo cristãos, promovendo decapitações e estupros e toda sorte de atrocidades e de crimes humanitários ditados pela sharia, a lei islâmica.

Quando Aleppo foi tomada pelos seguidores do Estado Islâmico, não assistimos na grande imprensa relatos emocionados e apelativos sobre o inferno que passou a ser a vida dos habitantes da cidade sob a tirania dos jihadistas. Afinal,  na visão da grande imprensa ocidental, a cidade havia sido tomada por rebeldes que lutavam contra a ditadura de Assad. Faltou pouco para a grande imprensa apresentá-los como guerreiros da liberdade e da democracia, até mesmo pelo fato de serem apoiados pelo governo socialista e pró-muçulmano de Barack Obama.

Enfatizemos que o drama humanitário vivido pelos habitantes de Aleppo não pode de modo algum ser minimizado ou desprezado. Mas o tratamento dado pela imprensa à retomada da cidade pelos sírios, valendo-se até mesmo de mentiras, tem servido unicamente para fins de propaganda, destinada o obscurecer e ocultar a dimensão geopolítica mais relevante do conflito nesse momento: a espetacular derrota de Barack Obama, que por anos financiou e armou os jihadistas ligados ao Estado Islâmico contra o regime do ditador Bashar Assad, apoiado pelos russos.

A reconquista de Aleppo pelos sírios é uma vitória de Vladimir Putin e uma derrota militar e geopolítica de Barack Obama e sua política externa anti-americana, anti-Israel e pró-muçulmana em todo o Oriente Médio. E é justamente para ocultar esse fato, que a grande imprensa toma o drama humanitário, que é real e existe, e o distorce para vender a imagem de que a tragédia de Aleppo teria se iniciado agora, com a chegada dos sírios. Na verdade, a tragédia de Aleppo e de todo o Oriente Médio teve início quando o socialista pró-muçulmano Barack Obama chegou à Casa Branca.

Com a colaboração de Angélica Ca, assistente de conteúdo do Crítica Nacional.


 

6 comentários sobre “Retomada de Aleppo: Derrota de Barack Obama & Mentiras da Grande Imprensa

  1. .
    Nada pode ser mais importante para a verdade e a justiça (não confundir com judiciário) do que denunciar essa putrefata QUINTA COLUNA midiatica. Parabéns!

    Alguém já disse que “na guerra a primeira vítima é a verdade”.

    E fato e sendo a guerra um meio de atingir um “objetivo supremo”, capaz de justificar a morte de inocentes, velhos adultos, mulheres e crianças é certo que a verdade não seria poupada.

    O que causa ASCO é a participação dos “intocáveis”, também conhecidos como imprensa ou grande midia. Estes COVARDES entram na guerra sem o admitirem e recebem dinheiro e outras vantagens simplesmente para ENGANAR quem não esta participando da guerra. O objetivo é a “guerra mais suja e brutal”, onde os guerreiros serão combatidos até depois de findada a guerra. A midia é a mais baixa e nociva QUINTA COLUNA que deturpa e perverte os julgamentos das populações para que a guerra jamais acabe.

    O chamado jornalismo e mesmo midiaticos em geral são o que há de mais baixo, mais repugnante dentre humanos. Vendem-se em meio às mais terriveis tragédias, certos de que seu melhor ideal é obter o máximo de vantagens ao custo dos piores e mais duradouros sofrimentos impingidos a vastos setores das sociedade, envolvidas ou não nas guerras.

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  2. Você está confundindo as coisas… há três grupos envolvidos diretamente nos conflitos da Síria, as Tropas do governo, os rebeldes (que inicialmente queriam apenas depor o governo, mas agora lutam contra o EI) e o Estado Islâmico.

    Em relação aos patrocínios, EUA e Rússia de alguma forma ajudaram todos em algum momento.

    É importante analisar as notícias com mais cautela, mas isso não tira a importância do seu artigo, grato.

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    • Voce está enganado. Os chamados Rebeldes sao remanescentes da chamada Primavera Islamica (na verdade, revoluçao muçulmana, patrocinada por Obama). Um dos primeiros grupos rebeldes foi o Free Sirya Army, que cometeu gigantescas barbaridades na regiao sob seu controle. O FSA foi bancado por Obama e é extensao do ISIS.

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