Momento de Mobilizações em Defesa da PEC241

A ida do petista Jorge Viana para a presidência do Senado em decorrência do afastamento de Renan Calheiros poderá trazer alguma dificuldade para a aprovação da PEC241, a emenda constitucional que estabelece um  teto e um piso de gastos para o setor público e que é de importância capital para a solvência do estado brasileiro.  Esta proposta de emenda constitucional foi a mais importante iniciativa do governo de Michel Temer até o momento, seguida da proposta de reforma previdenciária. Sua aprovação é importante não apenas para o setor público,  mas para a economia do país como um todo, uma vez que o equilíbrio das contas públicas é o pré-requisito principal para a retomada dos investimentos privados necessários para que a economia possa voltar a crescer de modo sustentável.

A escória da esquerda representada pelos socialistas e comunistas petistas e suas linhas linhas auxiliares, que não têm compromisso algum com país, decidiu há meses promover um combate sem tréguas à PEC241.  Esse combate foi e tem sido feito por meio de ações ilegais e criminosas que envolvem vandalismo, depredação e destruição de patrimônio público e privado, bem como por meio de invasões, acompanhadas de aliciamento de menores, de escolas públicas. Nos últimos meses, a esquerda não tem medido esforços para tentar de todas as formas inviabilizar o governo de Michel Temer, ainda que às custas do aprofundamento da crise econômica por que passa o país. 

Durante todo o período de tramitação da PEC241, os movimentos de rua cometeram o erro de se manterem omissos em relação à emenda. Uma omissão que possibilitou aos comunistas retomarem o monopólio das ruas durante alguns meses, e desta forma passar para a opinião pública a percepção de que existia uma oposição generalizada por parte da população contra a emenda constitucional e contra o próprio governo de Michel Temer. Uma percepção obviamente falsa, que refletia apenas o erro das forças políticas que fizeram o movimento de rua pelo impeachment de permitir à esquerda retomar o protagonismo das ruas.

O fato é que o único trunfo que os comunistas têm nesse momento para atentar contra os interesses da nação é o de dificultar a aprovação da PEC241. Por isso entendemos que cabe às forças políticas que fizeram os movimentos de rua, e que organizaram as manifestações do último domingo, saírem da inércia em relação ao governo Temer e tomarem a iniciativa de expressar o apoio explícito à PEC241.

A emenda está prevista para ser votada em segundo turno na próxima semana no Senado. É o momento portanto de pressionar Jorge Viana e o conjunto dos senadores no sentido de garantir sua votação e aprovação, e desta forma sinalizar politicamente para a opinião pública que existe um amplo setor organizado da sociedade civil que apoia e defende as iniciativas corretas do governo de Michel Temer. E também uma maneira de sinalizar explicitamente que esse mesmo setor organizado da sociedade defende a continuidade de seu governo até o final de seu mandato, como estabelece o texto constitucional.


 

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