Eleições Americanas: Não Se Trata de Escolher o Menos Ruim


No vídeo acima, comício de Donald Trump em Fletcher, Carolina do Norte, nessa sexta-feira



Na discussão que ocorre entre brasileiros a respeito das eleições americanas, um argumento comumente apresentado é que entre os dois candidatos principais na disputa, Donald Trump é o menos ruim, e por isso merece ser eleito. Possivelmente uma parcela do eleitorado americano também pensa dessa forma e decidiu pelo voto no candidato republicano, o que por si só é bastante positivo. Mas do ponto de vista de uma análise política mais cuidadosa, esse argumento não se sustenta. Não há comparação honesta que possa ser feita entre Donald Trump e Hillary Clinton que permita concluir que Trump é “menos ruim”.

Considerando a história pregressa de cada candidato, suas ligações, seus interesses e seus compromissos ideológicos, a única conclusão honesta que se pode tirar é que a abortista socialista Hillary Clinton, ao lado de Barack Obama, representa o que há de pior do ponto de vista dos autênticos interesses do povo americano e de seus valores, bem como de todo o mundo ocidental. Por outro lado, Donald Trump não representa de forma alguma uma escolha ruim do Partido Republicano.

Pelo contrário, Donald Trump representa o melhor candidato que se poderia ter para enfrentar a poderosa máquina socialista globalista e criminosa representada pelo Partido Democrata e seus associados na grande imprensa, bem como as ramificações e braços desse mesmo globalismo presentes no interior do próprio Partido Republicano. Trump não representava um problema para o establishment republicano enquanto ele não tinha chances reais de vencer, e portanto não colocar em risco o gigantesco esquema de poder do establishment representado pelos democratas e por parcela expressiva dos republicanos.

Mas o fato é que existem chances reais de vitória de Trump e elas não são poucas, a despeito da mentira vendida pela grande imprensa através de pesquisas eleitorais cada vez mais desacreditadas. É esta possibilidade de vitória de Donald Trump, com o consequente rompimento de um esquema de poder de um establishment político que desde o final da era Reagan tão bem acomodou os interesses de democratas e da alta burocracia dos republicanos, que explica as deserções e traições no partido, o aumento crescente das suspeitas de fraude eleitoral e até mesmo a leviandade do governo Obama de ameaçar uma guerra com a Rússia para impedir que os globalistas sejam apeados do poder pelo voto.

O resultado da eleição continua em aberto. As narrativas que dão conta da vitória líquida e certa de Hillary Clinton plantadas diariamente pela grande imprensa americana e repetidas pela grande imprensa brasileira, que se limita a cumprir seu papel de repetidora vira-lata da agenda globalista, estão longe de ser verdadeiras. Tais narrativas não correspondem ao dia a dia da percepção do cidadão americano comum, como pode ser visto nesse relato aqui de uma brasileira residente nos Estados Unidos.

De nossa parte do Crítica Nacional, não descartamos a possibilidade real, se não houver fraude eleitoral generalizada, de uma vitória expressiva de Donald Trump, contra todos os prognósticos que estão sendo apresentados. Caso isso ocorra, os americanos terão sido inteligentes o bastante para escolher não o candidato menos ruim, mas o melhor candidato que poderiam ter nesse momento crítico da história da maior democracia do mundo.


 

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