Atentados Terroristas Nos Estados Unidos

Um série de atentados e atos de terrorismo racista abalaram grandes cidades dos Estados Unidos entre a noite de sexta e a noite desse sábado. A grande imprensa norte-americana empreendeu ao longo do sábado um gigantesco esforço cínico e canalha no sentido de ocultar o caráter terrorista dos incidentes, chamando-os simplesmente de explosões ou episódios policiais. A grande imprensa brasileira, que se comporta como uma repetidora da canalhice da imprensa internacional quando o assunto é terrorismo, seguiu na mesma toada. Um noticiário da Globo News, por exemplo, não se furtou em ofender a inteligência de seu público ao informar que um dos incidentes teria sido causado por “explosão de material de construção”,  como se existissem tijolos, lajotas, areia e cimento com capacidade de explodir.

Filadélfia
O primeiro ato de terrorismo ocorreu na noite de sexta-feira na cidade de Filadélfia, quando um policial foi vítima de uma emboscada e baleado inúmeras vezes. O criminoso, identificado como Nicholas Glenn, também atirou em um segundo policial, matou uma mulher civil e feriu outras três pessoas durante a emboscada, até ser baleado e morto pela polícia. Ambos os policiais baleados estavam de folga em passeio com suas famílias, quando foram vítimas da emboscada.

A polícia de Filadélfia informa ainda ter encontrado um manifesto expressando o discurso de pregação de morte a policiais, que tem sido adotado pelo movimento racista Black Lives Matter e seu associado Black Panthers. Ambos os movimentos são apoiados e financiados pelo Partido Democrata e por entidades ligadas à comunidade muçulmana, e em especial por Michele Obama. A cantora Beyonce também tem se tornado figura de ponta na campanha que a esquerda americana vem adotando: a pregação do ódio racial de negros contra pessoas brancas e especialmente contra as polícias, campanha essa que conta com total apoio e endosso de Barack Obama.

Uma das reivindicações do movimento Black Lives Matter é a anulação de sentenças judiciais condenatórias contra todas as pessoas negras que tenham assassinado policiais. Um dado relevante merece ser levado em consideração: a participação de negros nas polícias dos Estados Unidos é proporcionalmente maior do que o percentual de negros, cerca de treze por cento, em relação a toda a população americana.

New Jersey
No sábado pela manhã ocorreu uma explosão provocada por uma bomba caseira de tubos na região litorânea da cidade de New Jersey. Ninguém ficou ferido. A explosão ocorreu às 9:30hs do horário local, exatamente no momento em que teria início uma competição esportiva destinada a angariar fundos para marinheiros e fuzileiros navais. A explosão provocou o cancelamento da competição. No local da explosão foram encontrados outros dois dispositivos explosivos conectados à bomba. Aparentemente esses dispositivos, destinados a produzir estilhaços, não funcionaram com a detonação, o que reduziu o grau de letalidade do atentado. Até o final do sábado a polícia de New Jersey ainda não havia localizado nenhum suspeito.

New York
O atentado de maior impacto até o momento ocorreu na noite de sábado em Nova York. Uma bomba, também caseira e feita de tubos, explodiu em uma lixeira no bairro de Chelsea, no coração de Manhattan. Um total de vinte e nove pessoas ficaram feridas, sendo uma delas gravemente. Assim que o atentado ocorreu, prefeito de Nova York, Bill De Blasio se apressou em descartar a possibilidade de atentado terrorista, seguindo a tática negacionista comumente adotada pela esquerda americana.

Seu negacionismo foi derrubado pela própria polícia poucas horas depois, que encontrou no local outra bomba caseira, feira com panela de pressão, não detonada. Apesar das evidências, o negacionismo esquerdista persiste, ao tentar negar o vínculo óbvio existente, até mesmo pelos recursos empregados, entre o atentado de Nova York e o atentado de New Jersey ocorrido pela manhã.

No caso de Nova York, o dado adicional relevante é que a administração do prefeito socialista Bill De Blasio transformou áreas inteiras da cidade, como Long Island City e Ships Head Bay, em enormes guetos e favelas de muçulmanos, onde a violência e a criminalidade são crescentes devido, entre outros, à inibição e às  limitações impostas, segundo critérios do politicamente correto e do cosmopolitismo (versão nova-iorquina da falácia do multiculturalismo) ao trabalho da polícia.

Saint Cloud, Minnesota
Ainda na noite de sábado, um terrorista reconhecidamente muçulmano armado com uma faca feriu oito pessoas em um shopping na cidade de Saint Cloud. O terrorista foi morto por um policial que estava à paisana fora de serviço. Testemunhas afirmaram à Associated Press que o terrorista fazia referências explícitas a Alah, e que ele havia perguntado a ao menos uma das vítimas se ela era muçulmana. A despeito dessas evidências testemunhais, o negacionismo ditado pelo politicamente correto prevaleceu até agora: a autoridade policial de Saint Cloud informou que não irá tratar o caso como terrorismo, e se negou até o momento  a revelar a identidade do terrorista.

O fato de o terrorista ter perguntado a uma das vítimas se ela era muçulmana é relevante e revelador, pois ao fazer isso ele mostra que estava agindo conforme o preceito estabelecido no Alcorão, que determina ser obrigação de todo muçulmano fazer a jihad para matar e exterminar outros seres humanos que não sejam muçulmanos. Durante a jihad, um muçulmano não pode matar outro muçulmano. Mas quando não se trata de jihad, o Alcorão determina que um muçulmano pode, e em alguns casos deve, matar outro muçulmano em situações específicos, e determina a forma como deve se dar essa execução, em se tratando de apostasia, ou de adultério, ou de outras situações especificadas no equivalente ao código civil islâmico.

Agradecimentos a Rubia Machin pela inestimável colaboração na preparação desse artigo.


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5 comentários sobre “Atentados Terroristas Nos Estados Unidos

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