A Soma de Todos os Erros: Narração em Vídeo


Apresentamos a versão em vídeo com a narração de nosso artigo publicado no último fim de semana, onde apontamos os inúmeros erros cometidos pelas supostas lideranças do movimento pró-impeachment, que decidiram desmobilizar o maior movimento de massas da história do país. Dentre as várias consequências desses erros está a aparente retomada do protagonismo nas ruas por parte da esquerda, e a incapacidade dessas pseudo-lideranças de perceber o erro que cometeram e oferecer uma resposta. A narração do texto é de  Deusati Cardoso.


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Um comentário sobre “A Soma de Todos os Erros: Narração em Vídeo

  1. Em 2013, as “manifestações” da extrema-esquerda foram tomadas pelo povo e este foi expulso das ruas pela violência perpetrada pelos black blocs.

    Em 2015, as manifestações do povo foram paulatinamente tomadas pela esquerda (PSDB) e dissolvidas tão logo estes conseguiram seu intento: avançar o impeachment pe Dilma para que a esquerda pudesse enfraquecer e domar a extrema-esquerda.

    Destarte, agora vemos FHC novamente no comando da esquerda, estendendo a mão aos petistas contra a libertação dos brasileiros do Pacto de Varsóvia, digo, de Princeton: http://reaconaria.org/blog/reacablog/fhc-faz-apelo-para-pt-e-psdb-somarem-forcas-contra-o-avanco-conservador/

    Tudo indica que ambos vão novamente se aliar para tentarem sobreviver à Lava Jato, tendo por aliados os governistas do PMDB que também estão lutando contra a “República de Curitiba”. Mesmo que já tenhamos o Partido Militar pronto para 2018, ainda somos fracos para caminhar com as próprias pernas e o jeito será formar uma aliança com “males menores” como DEM, PSC, partidos nanicos não-socialistas e quiçá o próprio NOVO (que é liberal de verdade, ou seja, esquerdista), baseado nas pautas mínimas em comum de Estado mínimo e reformas administrativa, previdenciária e trabalhista para dar continuidade às reformas que Temer certamente não aprofundará, seja for falta de força política mas principalmente por questões ideológicas.

    Isso daria certo? Mais ou menos, mas ou é fazer o que todos concordam (reformas e diminuição do Estado) e defendermos a moral que eles poderiam atacar (aborto, eutanásia, gayzismo etc.) ou serem omissos do que deixar a esquerda fazê-lo livremente comprando/nomenado aliados no Congresso e no Supremo com a caneta da Presidência que assina os cheques. O que não podemos é abrir mão em momento algum da defesa da Moral, senão fracassaremos onde vários outros fracassaram, como vimos acontecer com a ARENA (começou com viés conservador e descambou no nacional-desenvolvimentismo de Geisel) e com a Democracia Cristã (de partido católico tornou-se um saco de gatos de centro-esquerda).

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