PT: A Esquerda Que Não Diz Seu Nome e Esconde Sua Sigla e Suas Cores

Há pouco mais de um ano, jornalistas e intelectuais de esquerda lançaram um bordão chamado “a direita que não diz seu nome”. Tratava-se de uma maneira dissimulada de expressar a preocupação, e a bem da verdade o temor, desses personagens com a crescimento e o fortalecimento da direita brasileira em todos os segmentos sociais. É evidente que a expressão “a direita que não diz seu nome” significava exatamente nada, pois uma das razões do crescimento recente da direita brasileira se deve justamente ao fato de ela se apresentar à sociedade de maneira clara e transparente, dizendo o que ela é o que defende: a direita política defensora de valores conservadores na sua generalidade, liberais na economia, e contrária às políticas progressistas da esquerda expressas principalmente pelo finado governo petista.

O fato é que a direita brasileira cresceu e continuará crescendo porque ela diz o seu nome, mostra sua cara e diz claramente o que pensa e o que defende. E um exemplo dessa postura é o grupo Direita São Paulo, um dos movimentos de direita mais ativos do país. Ao contrário da esquerda, que sempre utilizou da mentira e da dissimulação de suas reais intenções, e que nunca diz seu nome verdadeiro, pois sabemos que o nome verdadeiro de qualquer corrente ou partido de esquerda é um só: comunista. Além disso, a história mostra que a esquerda somente consegue chegar ao poder, seja pela via eleitoral ou pela via revolucionária clássica, porque ela mente, oculta e dissimula suas reais intenções.

A estratégia de ser “a esquerda que não diz seu nome” tem sido a única estratégia bem-sucedida que a esquerda adotou até hoje no mundo inteiro para conseguir chegar ao poder. Desta forma, quando intelectuais esquerdistas brasileiros tentaram atribuir à direita algum comportamento semelhante em termos de dissimulação e mentira, estavam somente exercendo a canalhice e a desonestidade intelectual típica de qualquer pensador esquerdista. Uma canalhice que consiste, entre outros, em atribuir ao inimigo traços de caráter e de comportamento que são próprios da esquerda, como se estivessem fazendo um exercício de auto-expiação inconsciente, necessário para que pudessem prosseguir mentindo.

PT: um partido das sombras
A mentira e a dissimulação acompanhadas da estratégia de ser “a esquerda que não diz seu nome” estão se fazendo presentes agora nesse período inicial da campanha para as eleições municipais: candidatos petistas estão escondendo dos eleitores a sigla do partido, bem como o nome, os símbolos e a cor vermelha típica do movimento comunista internacional, do qual o PT faz e sempre fez parte. Nunca foi tão necessário como agora, para o PT, adotar a estratégia de ser “a esquerda que não diz seu nome”.

Esse recuo, que na verdade é um ato de covardia política típica da esquerda, representa uma extraordinária vitória da direita conservadora em termos de guerra política. Afinal, conseguimos não apenas tirar o petismo do poder via impeachment, como conseguimos obrigá-lo a se camuflar e se esconder do eleitorado, caso ainda aspire alguma possibilidade de sobreviver como legenda política. Desta forma, o PT está se tornando uma autêntica legenda das sombras, aquela que se esconde, se oculta e não diz seu nome, por temer o eleitor e o cidadão comum.

Nós do Crítica Nacional já havíamos indiretamente antecipado algo nesse sentido, nesse artigo aqui e nesse outro, onde enfatizamos a dimensão da vitória que o impeachment representou para a nação brasileira e do impacto avassalador que ele teria, e está tendo, sobre a esquerda do ponto de vista da guerra política.

Um cala-boca nos pretensos juízes da direita
O fato de candidatos petistas estarem hoje se escondendo e se ocultando serve também como um cala-boca para certos segmentos, inexpressivos é bem verdade, que pretensamente se apresentam como sendo de direita, mas cuja principal ocupação é atacar e apontar supostos erros e limitações da direita brasileira. Esses segmentos, representados por blogueiros fakes e outros personagens dessa estirpe, se colocam na posição de censores e juízes das ações dos atores políticos de direita, usando categorias de pseudo análise política que confundem guerra política com técnicas de manual de rule-play games.

No entanto, esses personagens marginais, que enchem a boca para apontar com satisfação e empáfia os erros de uma suposta direita burra, por mais inexpressivos que sejam, acabam exercendo uma péssima influência junto ao público que alcançam, pois na prática atuam como desinformantes. Pois insistem em apontar prioritariamente os supostos erros da direita e ignoram e subestimam o fato relevante de que, apesar de suas limitações, a direita vem crescendo e impondo derrotas à esquerda no âmbito da guerra política.

O fato é que as vitórias da direita e as derrotas que veem sendo impostas à esquerda devem ser todas elas creditadas ao trabalho e esforço de milhares de ativistas quase anônimos que atuam pelo país a fora. São grupos em geral desarticulados entre si e com pouco ou nenhum recurso, mas movidos pela convicção de estarem defendendo o que é certo e justo e o que é melhor para o país. Os créditos também devem ser dados às poucas lideranças nacionais da direita brasileira, que formam o pequeno e restrito grupo de políticos que podem sair pela rua em qualquer lugar do país que serão sempre recebidos com aplausos pelos cidadãos comuns, como é o caso do deputado Jair Bolsonaro, a principal liderança da direita brasileira.

Estes personagens, figuras públicas reconhecidas ou ativistas quase anônimos, é que são os responsáveis pela esquerda, em especial os petistas, estar hoje se escondendo e se ocultando. Porém, se dependesse dos pretensos juízes e censores da direita escondidos atrás de perfis fakes, nada disso estaria ocorrendo, uma vez que esses juízes são incapazes de qualquer ação política concreta que tenha algum efeito no mundo da real politik. Pelo contrário, se dependesse desses personagens caricatos, os petistas estariam hoje exibindo com altivez a estrela e as cores e a sigla do partido, enquanto estes supostos juízes e sensores da direita continuariam a ser o que são hoje: uma pretensa direita que não diz seu nome, pois se esconde atrás de personagens fakes.



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