Londres: Terrorista Muçulmano Mata Americana a Facadas

Uma mulher norte-americana de sessenta anos foi morta a facadas por um terrorista muçulmano na noite dessa quarta-feira em Londres. O crime foi cometido por um muçulmano de dezenove anos de origem somali e de nacionalidade norueguesa. Além de assassinar a idosa a facadas, o terrorista feriu outras seis pessoas até ser imobilizado pela polícia. Seguindo a praxe de todos os governos europeus de tentar ocultar a guerra que o mundo islâmico trava contra o ocidente, a polícia procurou descaracterizar a natureza muçulmana do crime cometido: foram feitas conjecturas a respeito da sanidade mental do criminoso, procurou-se alegar o caráter aleatório e casual do ataque e afirmou-se não haver evidências de radicalização. Afirmações que obviamente ofendem a inteligência média das pessoas. O atentado foi cometido praticamente no mesmo local onde há exatos sete anos ocorreu outro atentado terrorista muçulmano, no qual uma explosão em uma estação subterrânea de trem e metrô da capital britânica matou mais de cinquenta pessoas e deixou centenas de feridos.

O esforço que vem sendo feito nas últimas semanas pelo governo inglês reforçar o policiamento nas áreas mais vulneráveis da cidade parece não estar produzindo resultado. O que não é de modo algum uma surpresa, uma vez que o problema do terrorismo muçulmano no continente europeu não é nem nunca foi um problema de polícia ou de falhas de segurança, como parte da imprensa internacional quer fazer acreditar. O terror islâmico que assola a civilização ocidental é resultado de uma política deliberada de engenharia social promovida pela esquerda, que abriu o continente para a entrada de invasores muçulmanos já desde o final da Segunda Guerra. Em décadas recentes essa política foi acentuada pela ideologia do politicamente correto e do multiculturalismo, este último uma falácia sociológica destinada a justificar a submissão de uma civilização superior (a civilização ocidental) a outra civilização inferior atrasada e obscurantista (a civilização islâmica), em nome da tolerância.

A maioria dos atentados terroristas islâmicos que ocorrem em solo europeu são praticados por muçulmanos que possuem formalmente a nacionalidade europeia. Semanalmente, centenas de jihadistas europeus se dirigem ao Estado Islâmico através do território turco com a anuência do ditador Recep Erdogan, recebem treinamento e voltam a seus países de origem onde são cidadãos nacionais para preparar atentados. Esse dado já é de conhecimento de todos os serviços de inteligência europeus. Os governantes do continente não tomam medidas com base nessa informação por conta da orientação político ideológica pró-muçulmana desses mesmos governantes de esquerda.

Da mesma forma, os serviços de inteligência europeus bem como israelenses, também sabem que a onda recente de atentados islâmicos no continente é resultado de uma ação articulada de dois muçulmanos de nacionalidade francesa vinculados diretamente ao Estado Islâmico: o primeiro se chama Amn al-Kharji, de codinome Abu Sulayman al-Faransi, chefe das operações secretas do Estado Islâmico no exterior. O outro é Fabien Clain, de codinome Salim Benghalem, que atua diretamente na Europa. Os serviços de inteligência israelenses afirmam que Salim foi o responsável direto para a escolha dos alvos dos atentados terroristas em Paris no ano passado, na cidade de Nice esse ano, quando um caminhão foi usado para assassinar oitenta e quatro pessoas, bem como foi o responsável por ordenar o assassinato por decapitação de um padre numa Igreja na Normandia. Portanto, nenhum desses atos foi ação de supostos “lobos solitários” como a imprensa ocidental, em sua missão de desinformar,  insiste em dizer.

Estes mesmos serviços de informações asseguram também que novos atos de terror islâmico irão seguramente ocorrer em curto prazo. Ainda que um ou outro possa ser evitado, o fato é que a maioria desses novos ataques serão bem sucedidos e custarão a vida de inúmeras pessoas inocentes. E o sucesso desses novos ataques futuros não poderá de modo algum ser atribuído a erros ou falhas dos serviços de segurança, mas sim atribuído às políticas imigratórias adotadas pela esquerda que governa o continente europeu, o que evidenciará mais uma vez que o terrorismo islâmico que assola o continente europeu não é um problema de falha de segurança, mas sim resultado de uma escolha política feita pela esquerda.

Com conteúdos de debkafiles.com e jihadwatch.org


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3 comentários sobre “Londres: Terrorista Muçulmano Mata Americana a Facadas

  1. Pingback: Londres: Terrorista Muçulmano Mata Americana a Facadas – Terça Livre

  2. A Europa finalmente desperta do sonho multicultural para se ver em meio ao pesadelo da guerra racial.

    Entrementes, no Brasil, os invasores do Haiti continuam a entrar, como se isso fosse coisa sem nenhuma relevância. Alguém precisa parar com essa insanidade, ou o Haiti será aqui.

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  3. Como isso tudo aconteceu nas barbas dos serviços secretos europeus é que me deixa uma pulga atrás da orelha.
    Vou ser repetitivo. Essa movimentação toda de islamização não é tão nova assim. Como ninguém abriu o bico antes? Por que só agora esse alarde todo? Como isso será estancado?
    Li um livro do maior filósofo brasileiro, Mário Ferreira dos Santos, A Invasão Vertical dos Bárbaros, de 1967!!!
    Com toda a cerimônia e ética que lhe é pertinaz, aliás um exemplo de comportamento, Mário Ferreira subrrepticiamente já tecia comentários a respeito da influência de culturas atrasadas em culturas mais avançadas, numa espécie de intromissão.

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