A Natureza do Islã e Seu Reflexo Secular: A Esquerda Marxista

Dentre as várias religiões do mundo estão o cristianismo, o judaísmo, o hinduísmo, o espiritismo e o budismo. Nenhuma dessas religiões está em guerra com as demais nem pretende suprimi-las da face da terra, havendo no máximo um esforço de proselitismo e de conversão. Nenhuma dessas religiões traz em seus respectivos livros sagrados o mandamento de perseguir e matar ou escravizar quem se recusar a aceitar e se submeter a uma dessas crenças. Nenhuma dessas religiões contém em seu cânone instruções e obrigações precisas determinando como e quando os seus seguidores têm o dever e a obrigação de estuprar uma mulher que não seja dessa religião. Da mesma forma, nenhuma dessas religiões possui um código civil imutável como parte integrante de seu cânone determinando, entre outros, em que circunstância deve-se aplicar chibatadas ou amputar pés e mãos de um integrante da próprio religião no caso em que a pessoa seja acusada de alguma infração ou de algum crime. E nenhuma dessas religiões determina que se deva matar homossexuais.

O islã por sua vez está e sempre esteve em guerra contra todas estas e outras religiões. Isso porque o islã nasceu com o propósito não de levar uma mensagem religiosa ao mundo, mas de se impor de maneira supremacista ao resto da humanidade pela força e pelo terror, suprimindo e eliminando qualquer outro sistema de crenças e também de organização social que não esteja de acordo com o alcorão. Por esta razão, o islã não pode nem deve ser visto como religião. O islã é uma ideologia totalitária, que traz no seu bojo um conceito de civilização e de organização social que é diametralmente oposto a tudo o que o ser humano entende por liberdade e dignidade e valor da vida humana. A componente religiosa do islã é um verniz que serve para ocultar o mais antigo projeto de engenharia social já concebido, e que permanece vivo até hoje, visando organizar e submeter todas as sociedades humanas a um poder totalitário e absoluto e essencialmente desumano.

Nas palavras de seus próprios líderes, o islã preza e admira a morte da mesma maneira que o restante dos seres humanos normais preza e valoriza a vida. O apego à morte e a facilidade com que seguidores do islã matam seres humanos, inclusive os seus, é uma evidência de que a amoralidade que guia a conduta de um muçulmano pode estar associada a qualquer coisa, menos àquilo que entendemos como religião, ainda que seja no sentido mais amplo da palavra. Acontece que a amoralidade que guia a conduta de um seguidor do islã é da mesma natureza da amoralidade que guia a ação de um comunista ou socialista: tanto um muçulmano quanto um esquerdista acham natural que se mate civis inocentes e que se promova genocídios em nome da respectiva causa. Os muçulmanos já vêm matando há cerca de mil e quatrocentos anos em nome de Aláh. Os comunistas e socialistas já vêm matando e promovendo genocídios há cerca de um século em nome de um mundo melhor e da justiça social.

É por esta razão que, unidos pelo mesmo objetivo de destruir o mundo existente para reconstruir outro, e guiados pela mesma amoralidade que banaliza a morte de inocentes e daqueles que se lhes opõem, o islã e a esquerda internacional mantêm uma aliança estratégica e umbilical que já dura quase um século. Uma aliança que nunca ficou tão evidente como agora no cenário do continente europeu, onde muçulmanos prosseguem matando, e continuarão a matar, civis inocentes ao mesmo tempo em que são protegidos pela esquerda que governa o continente e que lhes abriu as portas para essa finalidade.

O islã não é religião. O islã é uma ideologia da morte, que encontrou na esquerda marxista internacional o seu espelho secular. Um espelho onde o objeto se confunde com sua imagem refletida, tamanha a semelhança entre ambos.


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12 comentários sobre “A Natureza do Islã e Seu Reflexo Secular: A Esquerda Marxista

    • Boa tarde Enéas !
      Gostaria de saber oque ganha osocialismo e o islã com essa União, por que se cada um tenta impor suas ideias, onde sabemos que eles não aceitam outros pensamento no final eles entrariam em conflito certo ? pois os dois também tem suas diferenças ideológicas.

      Curtido por 1 pessoa

    • O que voce quer dizer com “sorte”? E qual a razão de separar os judeus do resto mundo? Quero crer que seu comentário foi apenas tolo e que não contenha nele qualquer elementos de antissemitismo. Até porque, a linha editorial do Crítica Nacional é de defesa intransigente do Estado de Israel e do legado extraordinário que o povo judeu deixou para toda a humanidade, até os dias de hoje.

      Curtido por 2 pessoas

  1. Pingback: A NATUREZA DO ISLÃ E SEU REFLEXO SECULAR – A ESQUERDA MARXISTA | Blog do Giulio Sanmartini (1944/2013) ....................................Para bom entendedor, meia palavra basta!

  2. Pingback: Ataque Muçulmano na Normandia: A Reação Surpreendente da Igreja | Crítica Nacional

    • José Maria, a questão chegou a um ponto muito crítico que será necessário um esforço muito grande para reverter. Aconteceu porque a grande maioria das pessoas não acreditaram no óbvio e julgaram ser ficção. Na Europa também custaram a acreditar e só se deram conta quando os atentados levaram vidas inocentes. Aqui no Brasil o pior ainda não aconteceu, mas se nada fizermos, em alguns anos também seremos vítimas desse mal. Há uns quatro anos venho estudando a questão e postando artigos com previsões sombrias para toda a humanidade. Quanto a sua pergunta “o que faremos”, devemos ler grande parte de artigos que falam sobre Marxismo e Islamismo, divulgar nossas convicções e ter coragem para criticar aqueles com quem não concordamos. Veja como exemplo o caso desse grupo na Av. Paulista, tentando convencer transeuntes a se converter ao islamismo. Quantas pessoas por ali passaram e acharam que nada de mal eles estavam fazendo? Quantas perguntaram se nós poderíamos ir na terra deles e pregar outra religião que não fosse a deles? Você sabe bem o que acontece nesse caso: morte!
      Boa sorte para todos nos.

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  3. O que fazer quando na sua própria família existe alguém que defende com unhas e dentes essa religião da morte e que cinfirma tudo isso que foi dito sobre o Islã? O que fazer quando este mesmo alguém que persegue as religiões alheias come e é sustentado por pais cristãos que não têm noção do perigo em que o filho está envolvido? Que tempos difíceis o que vivemos hoje.

    Curtido por 1 pessoa

    • Isso me faz lembrar de histórias de famílias que descobrem que um dos filhos está trabalhando para traficantes. O tema é muito delicado, mas vale a pena tentar, por todos os meios, reverter a situação, mesmo que isso custe sacrifícios imensos. Em alguns casos, a família prefere o extremo de denunciar seu filho e tê-lo cumprindo pena de alguns anos à vê-lo um dia assassinado pela máfia do mal. No caso do islamismo, também é preciso ter coragem para uma atitude mais drástica à ver seu filho, em nome de um deus que sequer existe, explodindo-se no meio da multidão.

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