Munique Sob Ataque: O Terrorista Era Muçulmano

153

Exemplo do multiculturalismo inventado pela esquerda na vida diária dos europeus.

Confirmando as suspeitas que já eram óbvias desde o início, a polícia de Munique confirmou que o terrorista que disparou em um shopping center da cidade matando nove pessoas e deixando cerca de vinte feridas, era um muçulmano de dupla cidadania: tratava-se de um iraniano de dezoito anos que foi acolhido como suposto refugiado dois anos antes e que posteriormente adquiriu a cidadania alemã. Logo após promover a matança, o terrorista muçulmano se evadiu do local e foi encontrado cerca de um quilometro adiante já morto. Há relatos conflitantes na imprensa internacional sobre se o criminoso teria cometido suicídio ou se foi abatido pela polícia.

Inicialmente divulgou-se que o atentado terrorista teria sido cometido por três atiradores, o que levou a polícia a praticamente decretar um toque de recolher em toda a cidade, com a interrupção de todo o transporte coletivo. Pessoas que estavam longe de suas residências passaram a se abrigar na casa de estranhos, que lhes abriram as portas oferecendo abrigo. Uma notícia surpreendentemente veiculada na esquerdista rede de televisão CNN informava um pouco antes que uma testemunha ocular, uma mulher que se apresentou como muçulmana, afirmou ter ouvido o terrorista gritar Allahu Akbar ao mesmo tempo em que disparava contra as pessoas no interior de uma lanchonete do McDonald’s dentro do shopping. Essa mesma testemunha afirmou que o criminoso muçulmano mirava preferencialmente em crianças.

O Cinismo Miserável dos Governantes de Esquerda
Seguindo o roteiro que já se tornou praxe na guerra do islã contra a população civil europeia, os governos socialistas pró-islâmicos dos Estados Unidos e também da Alemanha se preocuparam o tempo todo em descaracterizar o ato terrorista como sendo terrorista, e se esforçaram ao máximo para dissocia-lo do islã. A Casa Branca emitiu uma nota lamentando o que chamou cinicamente de “aparente” ato de terrorismo. Por sua vez, durante todas as horas de tensão, o governo da filoislamita e traidora dos alemães Angela Merkel evitou usar as palavras muçulmano, atentado, terrorismo e jihadista nas poucas comunicações que fez.

Depois que o terrorista muçulmano foi localizado, o chefe de polícia de Munique, Hubertus Andrae, declarou em entrevista que “as motivações para o crime são completamente desconhecidas”. Uma afirmação que chega a ser um insulto à inteligência, pois as motivações para o ato terrorista são claras como a luz do dia. O iraniano acolhido como suposto refugiado pelo governo socialista alemão matou nove pessoas, quase todas adolescentes, porque ele era um muçulmano cumprindo aquilo que o alcorão determina como obrigação para todo seguidor do islã: praticar a jihad, que significa matar todo ser humano que não se submeta ao islã.

É para essa finalidade jihadista que supostos refugiados se dirigem ao continente europeu, contando com a proteção e a conivência dos governos socialistas do continente. O que a realidade tem mostrado é que quem está matando civis europeus é a esquerda socialista, que terceirizou essa tarefa genocida para os invasores muçulmanos travestidos de refugiados.

(com conteúdo de jihadwatch, breitbart e debkafiles)


Anúncio_C2

Um comentário sobre “Munique Sob Ataque: O Terrorista Era Muçulmano

Comentário ao artigo:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s