Paris: Um Taxista Jihadista Armado com Explosivos

A polícia francesa prendeu nesse domingo um taxista parisiense após descobrir que este armazenava explosivos em sua residência. Além dos explosivos armazenados em condições de alto risco de explosão acidental, a polícia descobriu uma imagem da bandeira do Estado Islâmico no telefone celular do taxista, um homem de vinte e três anos cuja identidade e nacionalidade não foram reveladas. As autoridades policiais chegaram até a casa do terrorista em potencial a partir de uma investigação por suspeita de crime comum: o homem aparentemente roubava as casas vazias de pessoas e famílias que ele deixava com seu táxi no aeroporto da capital francesa.

Dentre os explosivos encontrados estavam bananas de dinamite e vários detonadores e cabos de ligação, todos em perfeitas condições de uso. Além do material explosivo, a polícia encontrou três passaportes roubados e duas carteiras de motorista também fruto de roubo. Nesse caso, a polícia acredita que os documentos seriam utilizados para o tráfico de seres humanos, conforme declarou a porta-voz do governo francês Stephane Le Foll. O tráfico de seres humanos é uma prática inaugurada pelo islamismo desde o seu nascimento e que persiste até hoje na monstruosa e selvagem cultura muçulmana. Há denúncias e suspeitas de inúmeras pessoas de origem europeia, principalmente mulheres, tidas como desaparecidas nos últimos anos e que possivelmente tenham sido traficadas para o Estado Islâmico para servirem como escravas sexuais.

O fato de a identidade do taxista preso não ter sido revelada reflete a praxe comum do governo socialista francês de tentar ocultar a natureza muçulmana do terrorismo que assola o país e todo o continente. Possivelmente o potencial terrorista preso seja um suposto refugiado, na verdade um invasor muçulmano dentre os milhares para os quais os governos socialistas europeus abriram as portas do continente, ou um descendente de imigrante muçulmano, e portanto formalmente um cidadão francês, que nunca se propôs a se integrar na sociedade ocidental.

Em vez de integrar à sociedade, o potencial terrorista seguiu aquilo que o alcorão manda todo muçulmano fazer, ou seja, a taqiya: dissimular sua condição e suas reais intenções até que surja a oportunidade para começar a atacar a sociedade que o acolheu. E a oportunidade chegou, trazida pela mão de Barack Obama que criou o Estado Islâmico, e pela mão dos governantes socialistas da União Europeia que tentam convencer os europeus a cometer um suicídio civilizacional e se submeterem ao islã em nome do multiculturalismo e do politicamente correto.
(com conteúdo de jihadwatch.org)


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Um comentário sobre “Paris: Um Taxista Jihadista Armado com Explosivos

  1. A existência da taqiya demonstra que o problema da infiltração islâmica – e seu problema mais evidente, ou premente, o terrorismo – possui raízes mais profundas que quase todos no Ocidente possam imaginar.

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