Projeto Escola Sem Partido Sofre Ataque no MEC

O projeto Escola Sem Partido é a iniciativa mais importante que surgiu na sociedade brasileira nos últimos anos, pois ele aborda e propõe solução a um dos problemas mais graves que o país enfrenta e que está na raiz de todas as nossas mazelas: a transformação da escola, pública ou privada, em centros de doutrinação ideológica esquerdista, nos quais o público cativo formado por crianças e adolescentes é obrigado a receber uma intensa carga de doutrinação ideológica de viés claramente esquerdista. Essa doutrinação é acompanhada também da verificação feita pelos militantes doutrinadores travestidos de professores quanto a assimilação da mesma por parte dos educandos.

Provas e exames são avaliados com base na assimilação ou não por parte dos estudantes da abordagem ideológica esquerdista única que lhes é apresentada a respeito de fatos da história e da ciência e até mesmo da maneira de usar o idioma, o que inclui também elementos de opinião do próprio estudante: é comum tarefas escolares nas quais se pede a opinião do estudante sobre um dado tema e esta opinião ser avaliada como certa ou errada pelo militante doutrinador que exerce a função de professor!

O projeto da Escola Sem Partido propõe instrumentos legais que assegurem ao estudante o direito de tomar conhecimento de diversas abordagens de conteúdos que comportem distintas leituras políticas, de modo a garantir que a escola se torne um local de pluralidade de ideias, e não um ambiente onde prevalece e se impõe um pensamento único e hegemônico como vem ocorrendo há anos no país. Ao contrário do que afirmam seus detratores, o projeto da Escola Sem Partido não acarreta cerceamento da liberdade de expressão ou de pensamento, mas sim procura assegurar essa liberdade de pensamento por meio da pluralidade de diferentes visões que devem estar presentes no ambiente escolar.

A esquerda marxista que domina as instituições de estado encarregadas da educação é contrária ao projeto da Escola Sem Partido e tem usado de todos os meios para atacar a iniciativa, uma vez que essa esquerda está interessada em manter o monopólio hegemonista que ela exerce sobre a educação nacional há décadas. E esse ataque tem vindo de várias frentes, inclusive das instituições de estado que a esquerda ainda controla, o que inclui o próprio Ministério da Educação. E isso ficou evidente essa semana em um episódio envolvendo a nomeação do advogado Adolfo Sachsida como assessor do Ministério da Educação.

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O Dr. Adolfo Sachsida é apoiador do projeto da Escola Sem Partido e foi nomeado para assessor do MEC pelo ministro Mendonça Filho. Tao logo sua nomeação foi confirmada, uma poderosa rede de lobby, incluindo a imprensa por intermédio do jornal Valor Econômico, bem como integrantes do Fórum Nacional de Educação, passaram a exercer pressão sobre o ministro para cancelar a escolha do assessor, usando de insinuações de que se a nomeação de Sachsida se confirmasse, ele seria retratado pela imprensa como um radical de extrema-direita presente no ministério. Uma caracterização que não corresponde em nada às posições defendidas pelo Dr. Sachsida em seus artigos públicos. Em vista da pressão, a nomeação foi cancelada.

O episódio foi um exemplo bastante cabal do patrulhamento ideológico exercido pela esquerda que controla de fato as instituições de mando do sistema educacional brasileiro. Não cabe aqui nem mesmo uma crítica ao ministro, uma vez que este como agente político agiu em resposta a uma pressão e a um lobby político poderoso que vem de um lado só, e que tem marcado o governo Temer desde seu início: a pressão política permanente por parte da esquerda ainda encastelada nos órgãos do estado brasileiro e a incapacidade da direita e dos conservadores de oferecer uma resposta a essa pressão.

O patrulhamento ideológico que episódio evidenciou foi destacado pela Dra. Beatriz Kicis nesse vídeo, onde ela também relata o ocorrido. Não é difícil constatar a facilidade com que a esquerda ainda consegue impor sua agenda ideológica e seus interesses políticos, mesmo após o impeachment. O que por sua vez reforça a necessidade urgente de a direita brasileira se organizar em nível nacional para enfrentar esse desafio, como destacamos nesse Manifesto publicado no Crítica Nacional há alguns dias e cujo conteúdo que continua válido e reforçado por mais esse episódio.


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17 comentários sobre “Projeto Escola Sem Partido Sofre Ataque no MEC

  1. Mais uma dos intolerantes.
    Só o fato ocorrido no MEC em si denuncia o que há de errado por trás dessa verdadeira lavagem cerebral e nos dá toda razão para combater essa doutrinação marxista descarada.
    Se se dizem democráticos, como usualmente se autointitulam, então estão bravos por quê? Que apresentem melhores argumentos porque os que até agora foram apresentados só os denunciam.

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  2. Apesar da resistência da parte “aparelhada” do MEC e de movimentos sociais fascistoides, o que nós, pessoas comuns em conjunto, podemos fazer para viabilizar o projeto de lei do escola sem partido?

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  3. em escolas militares por ex, tb ocorre isso, vc não discute ideias, simplesmente aceita o que lhe é imposto e pronto, ou seja de um lado esquerda, do outro a extrema direita.

    e ai ?

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    • E I QUE AS ESCOLAS PUBLICAS NÃO SÃO E NÃO PERTENCEM A ESWUERDALHA CORRUPTA E CAVIAR OK CIDADÃO ESCOLA PUBLIA É DE DIREITA TAMBÉM

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    • É aí que em Colégio Militar:
      —não acontece baile funk no meio da aula;
      —nenhuma Professora é agredida;
      — canta-se o hino nacional;
      —se você não seguir princípios como disciplina, respeito, honra, asseio, verdade, você é expulso.

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    • Não corresponde a verdade, minha filha estudou por muitos anos no colégio militar polivalente modelo Vasco dos R
      eis, e segundo ela tinha professores petistas e não petistas de esquerda ou não e não faziam apologia respeitavam a opinião de alunos e no geral todos eram contra o governo militar

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  4. Todo o sistema pode ser julgado pelos recultados que apresenta: a escola brasileira nas útliams duas decádas dominada esquerdistas, e o embuste Paulo Freire, só “formou” alunos indisciplinados, ignorantes, ensiandos por professores indolentes, e grevistas. Mudar isso não é uma questão de opnião, é uma necesidade.

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  5. Todo o sistema só pode ser julgado pelos resultados que apresenta: a escola brasileira nas útliams duas decádas dominada esquerdistas, e o embuste Paulo Freire, só “formou” alunos indisciplinados, ignorantes, ensiandos por professores indolentes, e grevistas. Mudar isso não é uma questão de opnião, é uma necesidade.

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    • Então! ! Não é isso que ensinam nas escolas públicas ou particulares, tenho uma filha de 22 anos e néssas últimas 2 década ensinaram pra ela de forma ditadora que o homem veio do macaco ponto.

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  6. Pingback: Escola Sem Partido e a Desonestidade da Esquerda Brasileira | Crítica Nacional

  7. Não vi com essa compreensão de um ataque a democracia ou um lobby dos esquerdistas marxistas. O que vejo é uma tentativa semelhante ao caso do Lula assumir um ministério ou seja lá o que for no governo Dilma para conseguir foro privilegiado. O cidadão em questão tem interesses claramente associados ao PL e a função que exerceria no MEC. Onde ficaria a idoneidade da instituição? E outra coisa esse PL não tem pé nem cabeça. É só observar os artigos 205 e 206 da Constituição Federal que lá já tem o que se necessita para a participação de todos no processo educativo. Outro ponto é mais simples ainda. Se o aluno se sentir de alguma forma doutrinado, coagido ou seja lá o que for, é só ele ligar para a ouvidoria. Seja municipal, estadual ou federal. Esse PL é na verdade um delírio de uma direita repleta de asneiras em suas mangas. Sem sentido.

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  8. “Escola sem Partido” deveria se chamar : “Escola sem Professor que fala mal do político que está no poder.” Este PL não traz nada de novo em relação a lei já existente no que tange pluralidade de ideias e neutralidade, só cria um departamento dentro do executivo que decidirá que professores serão encaminhados ao Ministério Público para serem processados. E é claro que este departamento, como todo órgão do executivo, será chefiado por gente indicada politicamente aos cargos de chefia… Se você não gosta de ser doutrinado por políticos manipuladores corruptos, seja CONTRA!

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  9. Se você não quer doutrinação, seja CONTRA esse PL
    Gostaria que todos lessem a Lei da Educação vigente, especialmente o

    Art. 3º – O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
    III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas;

    Este inciso já pode ser usado sempre que você quiser para processar professores vermelhos doutrinadores. Não precisamos da PL “escola sem partido”. Ela só quer criar um departamento que será chefiado por apadrinhados políticos e decidirá que professores serão encaminhados para serem processados pelo Ministério Público.
    A verdade é que casos de doutrinação ideológica tem acontecido, não por que a lei que temos é ruim, mas porque os pais tem sido negligentes e os partidos que se dizem de centro, direita ou liberais não fizeram oposição ao PT durante anos, permitindo o que se vê agora.

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