O Ramadã do Terror: Segunda Parte

Conforme informamos em um artigo publicado há duas semanas, o Estado Islâmico havia declarado sua intenção de transformar o Ramadã, o mês de observância religiosa para os seguidores do islã, em um mês de terror e de morte para o mundo ocidental. E a promessa do terror islâmico vem sendo cumprida desde então. Nos vinte e dois dias transcorridos, até essa terça-feira, desde o início do Ramadã, foram contabilizados 167 ataques terroristas muçulmanos no mundo inteiro, ataques esses perpetrados explicitamente em nome de Aláh e em obediência à ordem dada pelo Estado Islâmico, e que resultaram na morte de 1.161 pessoas, em sua esmagadora maioria cristãos (fonte). Entre as vítimas do Ramadã do Terror estão também judeus e hindus bem como muçulmanos xiitas, principalmente mulheres e crianças.

Na segunda-feira os cristãos do Líbano tiveram o infortúnio de se defrontar novamente com outra ação perpetrada pelos seguidores daquela que a esquerda ocidental chama de religião da paz: cinco pessoas morreram e ao menos quinze ficaram feridas em uma série de ataques realizados por homens bomba na localidade de Qaa, na fronteira do país com a Síria. Uma emissora de televisão local, controlada pelo grupo terrorista xiita Hizbolah,  acusou o Estado Islâmico pelo ataque, uma vez que este já efetuou outros ataques terroristas contra civis cristãos e muçulmanos xiitas libaneses. Os ataques foram feitos em sequência no início da manhã e ocorreram em pontos de concentração na principal via da localidade em direção ao sul do país.

O prefeito de Qaa, Bashir Matar, informou que outro plano de ataque suicida de dimensões potencialmente maiores foi descoberto e neutralizado no mesmo dia. Não por coincidência, a localidade onde ocorreu o ataque contém um campo onde estão abrigados supostos refugiados da guerra civil na Síria. Os mesmos supostos refugiados para quem os governos de esquerda do ocidente, especialmente o governo da futura ex-União Europeia e o governo socialista-filoislamita de Barack Obama, desejam abrir as fronteiras de seus respectivos países (fonte).

Uma guerra permanente e uma aliança estratégica
Desde quando surgiu como um conceito de civilização, conceito esse diametralmente oposto ao nosso, e como doutrina de guerra e de pilhagem, ambos revestidos por um verniz religioso, o islã empreende uma guerra permanente contra o a civilização ocidental, em particular contra cristãos e judeus. Mas os muçulmanos não estariam sendo razoavelmente bem sucedidos nessa guerra como têm sido nas últimas décadas, ao contrário do que ocorreu séculos anteriores, não fosse o apoio e o suporte político, ideológico, cultural e geopolítico que recebem da esquerda ocidental.

Somente é possível compreender e dimensionar a ameaça real que o islã representa para a civilização ocidental, seja por meio do terrorismo ou da demografia, no âmbito da aliança estratégica umbilical que a esquerda marxista ocidental em todas as suas matizes, desde a socialdemocracia sueca até os bolivarianos do Podemos espanhol, mantém com o islamismo. Uma aliança que onze em cada dez pretensos especialistas de televisão e ensaístas ou colunistas da imprensa ocidental se recusam ou não conseguem enxergar.

Uma evidência dessa aliança pôde ser vista mais uma vez no continente europeu recentemente. Enquanto centenas de famílias europeias e norte-americanas ainda se encontram enlutadas pela perda de seus entes queridos em recentes ataques terroristas muçulmanos em solo europeu ou americano, representantes da elite da esquerda globalista internacional reuniram-se na semana passada na cidade de Sarajevo para a realização de uma inacreditável e surrealista Conferência de Cúpula Europeia sobre Islamofobia.

Uma conferência que tratou de definir, nas palavras de seu porta-voz Muddassar Ahmed em artigo publicado no jornal esquerdista israelense Jerusalém Post, medidas a serem adotadas por toda a Comunidade Europeia para combater a discriminação e o preconceito contra muçulmanos no continente (fonte). O que significa em outras palavras fornecer os instrumentos para que a burocracia esquerdista não eleita que exerce o poder de facto no continente via a União Europeia possa impor sua agenda esquerdista pró-muçulmana a todos os europeus, à revelia da vontade da população. A resposta dada por uma parcela dos europeus foi clara e inequívoca e atende por um acrônimo: Brexit!


 

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