O Ramadã do Terror

O chamado Ramadã, mês de observância religiosa para os seguidores do islã, teve início semana passada e vem sendo marcado por uma série de atentados terroristas muçulmanos em diversas partes do mundo, que em poucos dias já custaram a vida de centenas de inocentes, em sua maioria cristãos e judeus. Não há coincidência entre a ocorrência desses atentados e o mês religioso islâmico, uma vez que pouco antes do início do Ramadã foi feito um chamamento por lideranças do Estado Islâmico, conclamando os muçulmanos do mundo inteiro a transformar o ramadã em “um mês de conquista e de jihad”. Em um vídeo divulgado três dias antes do início do Ramadã, o porta-voz do Estado Islâmico, Abu Mohammad al-Adnani, conclama seus seguidores para se “prepararem para fazer desse mês um mês de calamidades para todos os infiéis” (fonte).

A mensagem foi especialmente dirigida aos apoiadores e combatentes do Estado Islâmico, que no vídeo é mencionado como Califado, que vivem na Europa e nos Estados Unidos. No mesmo vídeo, em outro trecho, o porta-voz do Estado Islâmico afirma que o mês de Ramadã é um mês de uma guerra santa e de morte por Aláh: “é um mês para combater os inimigos de Aláh e de seu mensageiro: os judeus e seus aliados americanos” (fonte).

O chamamento feito pelo Estado Islâmico foi atendido. No dia 7 desse mês, um sacerdote hindu de setenta anos foi semi-decapitado na localidade de Noldanga, em Bangladesh, e seu corpo foi encontrado em um arrozal do vilarejo. A polícia local informou que a decapitação seguiu o mesmo padrão de outras semelhantes que vem ocorrendo na região de Noldanga em tempos recentes, praticadas por jihadistas muçulmanos locais associados ao Estado Islâmico (fonte). Um dia antes, integrantes do grupo muçulmano denominado Província do Sinai, associado ao Estados Islâmico, promoveram um atentado, assumido pelo Estado Islâmico, a um posto militar do Egito na região do Sinai, causando a morte de um soldado e ferimento em dezenas (fonte). Também no mesmo dia, início do Ramadã, cinco pessoas foram mortas na Jordânia em um ataque jihadista aos escritórios do serviço de inteligência jordaniano no campo de refugiados palestinos de Baqaa (fonte).

Entre sexta-feira e domingo da semana passada outros atentados muçulmanos em diversas partes do mundo dizimaram a vida de inúmeras pessoas, incluindo mulheres e crianças: na sexta-feira, trinta mulheres e crianças foram metralhadas e mortas pelo Estado Islâmico no Iraque ao tentarem fugir do califado (fonte). No mesmo dia, outras quarenta pessoas foram mortas pelos mesmos jihadistas nas proximidades de Aleppo, na Síria. E na Nigéria, o Boko Haram, grupo terrorista muçulmano associado ao Estado Islâmico, degolou quatro mulheres também no mesmo dia (fonte). No sábado, militantes jihadistas associados ao Estado Islâmico mataram cinco pessoas no Afeganistão, incluindo o chefe de polícia da localidade de Haska Mena (fonte). Desde o início do Ramadã, foram contabilizados sessenta ataques terroristas muçulmanos, que resultaram na morte de quatrocentas e setenta e duas pessoas (fonte), sem incluir o atentado de Orlando, nos Estados Unidos.

Na quarta-feira da semana passada, um terrorista muçulmano assassinou quatro israelenses no mercado de Sarona, em Tel Aviv. O assassino, Khaled al-Mahmara, era membro de uma célula do Estado Islâmico que opera na Jordânia a partir da Universidade de Karak, que é reconhecida como um celeiro de formação de terroristas associados ao Estado Islâmico. O ataque terrorista ocorreu próximo ao Quartel General do Exército Israelense e próximo à sede do Ministério da Defesa, sugerindo assim a capacidade e a inteligência operacional do terrorismo islâmico em chegar bem próximo a instalações vitais para a segurança de Israel (fonte).  E por fim, o atentado terrorista muçulmano em uma boate destinada ao público gay na cidade de Orlando, nos Estados Unidos, dizimou a vida de cinquenta pessoas e deixou dezenas de feridas.

Em seu primeiro pronunciamento após o atentado em Orlando, Barack Obama fez aquilo que todo socialista faz: usou de uma tragédia da qual ele é o responsável direto para exibir o cinismo desumano que só um esquerdismo é capaz, e afirmou que a culpa pelo atentado era a facilidade de acesso a armas por parte dos americanos. Uma mentira e um cinismo que não resistem a um confronto com a realidade: americanos têm livre acesso a armas desde a fundação do país e foi essa garantia constitucional, entre outras, que assegurou ao povo americano criar a sociedade mais democrática e livre da história da humanidade. Um sociedade na qual nunca se teve notícia de americanos comuns, cristãos, metralhando gays em boate em nome da fé cristão. É essa sociedade que os socialistas que controlam o Partido Democrata de Barack Obama e Hillary Clinton querem destruir, e estão em parte destruindo, com o apoio do aliado prioritário e estratégico da esquerda em todo o mundo ocidental: o islã.

A esquerda e o islã em guerra contra o ocidente
Ainda iremos discorrer em outros artigos sobre a guerra de narrativas envolvendo essa tragédia, mas por ora gostaríamos que nossos leitores tivessem claro alguns fatos básicos, que a esquerda e toda a grande imprensa internacional controlada por ela tentam ocultar:

a) As pessoas assassinadas na boate de Orlando foram mortas por um muçulmano pelo fato de elas serem homossexuais. E isso ocorreu porque o islã manda, determina e obriga seus seguidores a perseguir e matar homossexuais, pois isso está determinado nos livros religiosos islâmicos. Os mesmos livros que determinam quando e em que condições um muçulmano pode e tem a obrigação de estuprar e escravizar sexualmente uma mulher não muçulmana, ou punir com chibatadas e açoites ou pedradas uma mulher muçulmana.

b) O islã está e sempre esteve em guerra com o mundo ocidental, pois faz parte da doutrina islâmica a obrigação de perseguir, matar ou escravizar todo indivíduo não muçulmano, em especialmente judeus e cristãos.

c) O islã não é uma religião, no sentido que damos à palavra no mundo ocidental. Muito menos uma suposta religião de paz. O islã é uma doutrina político-ideológica e um conceito de civilização que é diametralmente oposto a tudo o que as pessoas no mundo ocidental prezam e defendem, como liberdade, direito à vida, dignidade do ser humano e igualdade de direitos entre homens e mulheres. A religião é apenas uma componente, aquela mais visível e manifesta, da doutrina política e ideológica civilizacional do islã.

d) O islã consegue impor seu terror ao mundo ocidental porque ele conta com o apoio da esquerda marxista internacional que governa todo o ocidente. E quando falamos em esquerda ocidental, estamos nos referindo aos socialistas e comunistas que mandam no Partido Democrata norte-americano de Obama e Hillary. Estamos falando dos socialdemocratas que governam a Suécia, Bélgica, França e que controlam a União Europeia. Estamos falando dos conservadores frouxos da Inglaterra e da Espanha. Estamos falando da esquerda delinquente e bocó da América Latina representada pelo moribundo petismo e pela socialdemocracia da estirpe digna de um bagre ensaboado representada pelos tucanos. Estamos falando também dos organismos de decisão da ONU, todos eles igualmente controlados por burocratas de esquerda.

e) Mais do que apoio, entre o islã e toda a esquerda ocidental existe uma aliança estratégica de décadas, pois ambos têm o mesmo objetivo: destruir a civilização ocidental tal como ela é, e a partir de suas ruinas construir um mundo que se supõe melhor. É disso que trata o socialismo e o comunismo. E disso que trata o islã: ambos querem reconstruir o mundo e para isso é necessário destruir o mundo existente: a civilização ocidental.

O chamamento feito pelo Estado Islâmico foi atendido e em menos de uma semana de Ramadã cerca de quinhentos civis foram assassinados no mundo inteiro em nome de Alá (fonte). A matança irá continuar, novos atentados ocorrerão ao longo do Ramadã, e também depois. E a cada novo atentado, Obama, Hillary e demais chefes socialistas internacionais irão repetir o mesmo discurso cínico, negando a realidade, protegendo seus aliados muçulmanos, tentando atribuir às vítimas a culpa pelos crimes, ou atribuir a culpa à direita e aos conservadores, como a imprensa já vem fazendo, em nome do politicamente correto e do combate a uma inexistente islamofobia.

Nos próximos artigos iremos analisar o comportamento quase surreal da imprensa internacional, e também a brasileira, que tenta de toda forma negar a realidade e procura isentar de culpa o islã pelos crimes que são cometidos em nome de sua doutrina de morte.


 

4 comentários sobre “O Ramadã do Terror

  1. As pessoas repudiam o ato, mas defende a origem, nesse ponto a esquerda luta melhor que a direta, não por mérito ou inteligência, mas pela via desonesta, e a seletividade na informação.

    Curtido por 1 pessoa

  2. Pingback: Estado Islâmico assume autoria do ataque em Orlando, Estados Unidos – O Ramadã do terror e a manipulação da mídia! | APCNEWS

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