Separação Entre Mesquita e Estado

O problema com que a Europa se defronta hoje não é mais o da separação entre Igreja e Estado. Até porque esse problema a rigor nunca existiu, ao menos no escopo da interpretação que normalmente é ensinada a respeito do mesmo nos manuais de história. O problema real com que os europeus já se defrontam é como fazer a separação entre Estado e Mesquita. E a solução que vem sendo imposta é a substituição gradual do estado pela mesquita, ou a transformação deste em um simples executor de políticas destinadas ao cerceamento da liberdade individual como pré-requisito obrigatório para a imposição plena da sharia e do totalitarismo islâmico com o qual a esquerda globalista se identifica de maneira plena.

Esta semana assistimos a um novo capítulo da saga em direção ao suicídio civilizacional a que o mundo europeu ocidental está sendo induzido pela esquerda marxista que governa o continente. Com base no acordo firmado entre a União Europeia, que é a segunda maior entidade da esquerda globalista internacional depois da ONU,   e empresas gigantes da internet como o facebook e o twitter, o perfil da ativista sueca Ingrid Carlqvist foi excluído do facebook. Ingrid Carlqvist é especialista em assuntos suecos do Gatestone Institute, uma das principais publicações europeias que trata do problema da invasão muçulmana do continente.

A censura exercida pelo facebook foi alegadamente motivada por um estudo publicado na forma de vídeo na página de Ingrid Carlqvist onde ela demonstra o crescimento endêmico de estupros praticados por muçulmanos contra mulheres suecas, que faz da Suécia hoje o país europeu com a maior taxa de estupros do continente. Não por coincidência, a Suécia é também o país que proporcionalmente mais recebe muçulmanos no continente europeu e o que possui o maior número de no-go zones, regiões e bairros inteiros controlados por muçulmanos, como a cidade de Malmö,  nos quais a polícia não pode entrar e onde impera a sharia, a lei islâmica.

A Suécia é também o país onde existem as leis mais rígidas contra o que o cinismo gramsciano da esquerda chama de discurso de ódio ou intolerância. Esse corpus jurídico faz com que na prática um cidadão sueco seja proibido de criticar a política imigratória do país, além de correr o risco de ser preso por racismo e xenofobia caso resolva acusar um muçulmano de algum crime, pois a legislação gera o efeito de fazer com que o ônus da prova do acusador seja precedido pela suposição de uma motivação a priori racista e xenófoba para a acusação.

A exclusão da página de Ingrid Carlqvist gerou uma repercussão de tal monta que levou o facebook a recuar e restabelecer a página logo em seguida. Mas o precedente foi aberto, pois ficou evidente a motivação político ideológica da censura, destinada a proteger o principal aliado da esquerda internacional, o islã. Uma censura que foi exercida sob o pretexto cínico de combater supostos discursos de ódio nos termos previstos em um acordo formal endossado pela esquerda globalista que governa o continente.

Nota:
O Crítica Nacional voltará a partir de agora a tratar com bastante ênfase e destaque do problema da invasão muçulmana e do esforço de islamização do continente europeu promovido pela esquerda marxista que governa o velho mundo. Voltaremos a tratar também das eleições norte-americanas e dos conflitos no Oriente Médio, sempre sob o ponto de vista da direita conservadora, conforme compromisso assumido com os leitores desde o lançamento desse portal.


 

Comentário ao artigo:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s