A Vida da Mulher Vale Mais Do Que A Vida Do Homem

A falácia propagada pela esquerda e por suas agentes operadoras mais baratas, as feministas, a respeito da existência de uma suposta cultura do estupro no mundo ocidental encontra-se no mesmo capítulo do manual de doutrinação gramsciana que induz a desmaculinização do homem e sua feminização comportamental. Ambas as estratégias de doutrinação e de engenharia social têm o mesmo objetivo que é solapar um dos traços mais distintos e únicos da civilização da ocidental: a noção segundo a qual vida de uma mulher é mais importante e tem mais valor do que a vida de um homem.

A superioridade, em importância e valor, da vida da mulher em relação à vida do homem é um dos princípios éticos e morais ancorados na tradição judaico-cristã que formaram a nossa civilização ocidental. Somos a única civilização no mundo em que se espera que em qualquer circunstância, especialmente em situações de risco e de ameaça, o homem coloque sua vida em segundo plano e procure proteger a vida da mulher, não importando se ele tem ou não alguma relação de parentesco ou de qualquer outra natureza com ela. Nenhuma outra civilização na história universal protegeu e defendeu tanto as mulheres quanto a civilização ocidental, moldada em princípios morais judaico-cristãos.

A relevância desse que é um dos princípios basilares de nossa ethos civilizacional levou a esquerda a procurar subverter esse princípio. Afinal, não se destrói uma civilização sem antes destruir suas bases morais. Por essa razão a esquerda usa da ferramenta do feminismo e de uma invenção linguística chamada machismo que, recheado de uma conotação pejorativa, nada mais é do que um instrumento de cultura destinados a pôr em questão esse papel que o homem assume naturalmente para si, por herança cultural e moral, que é justamente o de proteger as mulheres na sua generalidade. Esse traço e essa herança passam então a ser chamados de machismo.

E a alternativa que a esquerda oferece ao que ela chama de machismo é a feminilização do homem e mudança de expectativa das mulher em relação a seu comportamento, por meio do termo risível chamado empoderamentoÉ evidente que o homem feminilizado deixará de ver motivos para considerar a vida da mulher mais importante do que a sua e, por esta razão, abandonará a noção de que em determinadas situações cabe a ele dar proteção a ela. Por sua vez, a mulher despida da feminilidade pela cultura do feminismo  e devidamente “empoderada” deixará de ver motivos para esperar que o homem considere a vida dela mais importante do que a dele, pois isso seria considerado, oras, machismo!

Assim, eliminadas duas noções fundamentais sobre o que é mais importante e menos importante, abre-se a porteira para relativizar a importância ou a desimportância de qualquer outra coisa na vida, e por extensão todos os parâmetros morais e éticos daí  decorrentes. É esse o sentido que damos, ou tentamos dar, à noção de que a esquerda marxista procura solapar a sociedade ocidental a partir de dentro, usando dos instrumentos gramscianos de guerra política e ideológica no âmbito da cultura.

Uma sociedade em que os parâmetros morais são relativizados de tal modo a se perder a noção do que é mais importante ou menos importante, onde uma suposta ofensa se torna tão ou mais grave que um crime real, e onde os homens não se vêem moralmente obrigados a defender as mulheres em determinadas situações, é uma sociedade que está morrendo e pronta para ser tomada de assalto por estrangeiros. E é exatamente isso que ocorre hoje na Europa Ocidental, que está sendo tomada de assalto pelos invasores muçulmanos.


 

5 comentários sobre “A Vida da Mulher Vale Mais Do Que A Vida Do Homem

  1. O texto é bom. Mas o termo é “empoderamento” (derivado de “poder”, significando “dar poder a”) – e não “empoNderamento”.

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    • Querido Igor Godoy
      Está na cara que as aspas que o Paulo colocou foram devidas ao N e não a palavra em si. Se nem voce cometeria essa gafe, imagine Paulo Eneas que é um dos melhores articulistas do momento. Se liga.

      Curtido por 1 pessoa

  2. Obrigado ao Igor e a Mineis. A rigor a palavra nem mesmo existe em português, é um clichê ideológico para o termo inglês empowerment. Mas obrigado pela observação e pelos comentários.

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  3. Interessante o artigo. Sempre imaginei não ser razoável, haver uma distinção entre homem e mulher em relação à violência, especialmente tendo em vista que 90% das pessoas que sofrem violência são homens.

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  4. Pingback: Ciclo de Palestras Redefinindo o Saber: Feminismo | Crítica Nacional

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