Não Existe Cultura do Estupro. Existe o Cinismo das Meretrizes Feministas

O episódio envolvendo o estupro coletivo praticado por trinta marginais contra uma adolescente na capital carioca essa semana ensejou mais uma vez o cinismo e o mau-caratismo das meretrizes feministas. O discurso cínico e falacioso sobre a existência de uma suposta cultura do estupro, que tornaria todo homem um estuprador em potencial, é tão mau caráter e cínico quanto o silêncio dessas mesmas meretrizes feministas diante dos episódios de estupros coletivos reais praticados por muçulmanos na cidade alemã de Colônia no final do ano passado, e dos estupros recorrentes praticados também por muçulmanos na Suécia.

É preciso que se diga com clareza: não existe cultura do estupro nas sociedades ocidentais. A ideia da existência de uma cultura de estupro no mundo ocidental não passa de uma construção ideológica criada pelo feminismo que, no exercício de sua função de linha auxiliar e submissa à agenda ideológica da esquerda, se ocupa em acirrar eventuais conflitos naturais entre homens e mulheres, e em fomentar até mesmo conflitos inexistentes, com o objetivo de promover a desagregação do tecido social, e particularmente da estrutura familiar, para atender os objetivos estratégicos da esquerda.

O feminismo não é nem nunca foi um programa político ou uma doutrina de defesa dos interesses das mulheres. O feminismo é tão somente uma vertente da guerra política engendrada pela esquerda no âmbito da cultura e do comportamento e que tenta instrumentalizar as mulheres para essa finalidade ideológica. E consistente com os objetivos de longo prazo da esquerda em meio a essa guerra política ideológica, o feminismo se cala diante das sociedades onde de fato existe uma cultura de estupro, que são as sociedades islâmicas, haja vista que no próprio alcorão existem passagens explícitas disciplinando em que condições um muçulmano pode a até mesmo deve praticar o estupro.

E esse silêncio das feministas nesse caso não é casual: como as feministas estão a serviço da agenda ideológica da esquerda, agenda essa que tem na aliança com o islã e com a com a criminalidade como uma de suas prioridades, as meretrizes feministas se calam diante da realidade cruel da vida das mulheres nas sociedades islâmicas ou em meio ao mundo controlado pela criminalidade. E esse silêncio obediente é acompanhado pelo gesto cínico de apontar o dedo acusador para a generalidade dos homens ocidentais, como forma de inocentar de antemão os reais perpetradores do crime.

No caso da violência de que foi vítima a adolescente carioca, é preciso dizer com clareza, ainda que essa clareza signifique ressaltar o óbvio: ela foi vítima de trinta indivíduos que, em primeiro lugar, não merecem ser chamados de homens. Foram trinta marginais e delinquentes ligados ao mundo do tráfico de drogas e da criminalidade. Ela não foi vítima de um “conceito” ou de uma ideia e muito menos de uma suposta cultura de estupro, pois tal cultura não existe. Ela foi vítima, também, de um ambiente de desagregação do tecido social e da estrutura familiar representado por uma combinação perversa de pobreza, criminalidade e de uma doutrinação miserável representada pelo lixo sonoro chamado funk, que há anos está deformando mentalmente e moralmente uma geração inteira de jovens nas camadas mais pobres do país.

Mais do que uma questão de gosto musical, que por ser uma questão de gosto pode e deve ser discutido sim, o funk é acima de tudo um mecanismo de doutrinação destinado à glamourização do mundo do crime, à demonização das polícias, à glamouriação da própria pobreza, à banalização do sexo, ao estímulo à sexualização precoce de crianças e adolescentes, à destruição de qualquer noção de respeito e civilidade no trato entre as pessoas, à corrupção do uso do idioma, e à objetificação da mulher. Quem se dispuser e tiver estômago para ouvir letras de funk verá que se trata disso: de uma pornografia de quinta categoria em versão sonora.

É esse lixo doutrinador, junto com uma educação pública igualmente lixo e doutrinadora, que está balizando o comportamento, inclusive o comportamento sexual, e a construção de valores de milhões de jovens nas periferias. E esse mesmo lixo é glamourizado em programas igualmente lixo de emissoras como Rede Globo e é tratado como expressão da cultura popular, segundo o prefeito socialista marcuseano da capital paulista Fernando Haddad.

Essa combinação de pobreza, doutrinação desagregadora do tecido social e da estrutura familiar em um meio onde impera a criminalidade glamourizada, resultou em um ambiente propício a essa tragédia. Uma tragédia em que a vítima aparentemente conhecia ao menos um, e possivelmente mais de um, de seus algozes. Esse ambiente não surgiu por obra do acaso. Ele é fruto de uma dos mais perversos empreendimentos de engenharia social que vem sendo perpetrados pela mentalidade esquerdista há anos no país, e que se acentuou na era petista.

O argumento feminista da suposta cultura do estupro, destinado a condenar todos os homens ocidentais na sua generalidade para poupar os reais culpados, uma vez que os reais culpados são criminosos e traficantes e portanto os aliados estratégicos da esquerda, serve apenas de coroamento cínico de uma das facetas mais cruéis do gramscianismo: usar de uma tragédia para, por meio da culpabilização da vítima ou pelo esforço de inocentar o real agressor, promover uma agenda ideológica que é, ela própria, a principal responsável pela criação das condições que ensejam e estimulam a ocorrência em maior número desses mesmos crimes.

A falácia da suposta cultura do estupro na esfera do repertório gramsciano, que se destina unicamente a promover conflitos entre homens e mulheres, anda de mãos dadas com a engenharia social que vem sendo há anos praticada nas periferias das grandes cidades por meio, entre outros, da doutrinação representada pela “cultura” do funk. Uma doutrinação que, aliada à glamourização do mundo do crime e destruição da educação pública por meio da ideologização do ensino, vem promovendo um dos mais devastadores efeitos de desagregação do tecido social de que se tem notícia no país. Desagregação essa que foi acentuada pela era petista.

É imprescindível que se perceba a relação existente entre ambos, para que se dê conta das reais estratégias de corrosão interna da sociedade que a esquerda adota e que vão muito além da corrupção na esfera pública.


 

28 comentários sobre “Não Existe Cultura do Estupro. Existe o Cinismo das Meretrizes Feministas

  1. Estava aqui revoltada primeiro com o monstruoso fato ocorrido e segundo, com o título dado em várias matérias abordando o assunto como sendo “cultura do estupro”. Parabéns pela clareza de seu texto. Só um preguiçoso mental admite tal coisa “cultura do estupro” como sendo verdade.

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    • Concordo em parte contigo sobre chamar as feministas de meretrizes, afinal de contas nunca vi uma meretriz mostrando os peitos publicamente. Temos que respeitá-las (as meretrizes).

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    • Chamá-las de meretrizes condiz com a sua condição de prostituirem seu pensamento em favor da causa. São pessoas que sequer deveriam ser consideradas mulheres, tal é o dano que elas causam às mulheres em geral.

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  2. Concordo em partes, pois o crime de fato existiu e seus algozes eram homens imorais e talvez vítimas da desagregação do tecido social, porém a vida é feita de escolhas, assim como nos países ocidentais a escolha da visão diferenciada do mundo islamico entre outros que admitam e ou incentivem esses e outros atos bárbaros. Com referência ao funk, concordo plenanente, pois não é expressão cultual e sim alienação ds massas, em suas letras apologia ao crime e ao cometimento de crimes tais como este. O tema tem uma abordagem impactante e pejorativo, pois ao colocar como meretrizes é o mesmo que dizer que houve concentimento e certo lucro para a patte que sofreu com o ato, o que não é o caso.

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  3. Vontade de vomitar lendo esse texto…… não sabia que pessoas são capazes de” pensar” dessa forma… lamentável

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  4. Texto lúcido, claro e preciso.Somente analfabetos mentais com dificuldades de interpretação de um pensamento sofisticado mas de entendimento simples poderiam rejeitá-lo.

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  5. Concordo até que a “cultura funk”contribui para a desvalorização da mulher e favorece estímulos para o mundo do crime. Na realidade o que existe em nosso país é uma cultura machista, que a constituição
    cidadã não vai dar conta, se não se atentar para os antigos hábitos culturais de valorização do sexo masculino, em detrimento do sexo feminino. A educação se inicia na família, educando os filhos a respeitar a mulher e vice-versa…E não o pai perguntar para filhos: ” quantas minas vc pegou hoje?” Se o homem sente prazer, a mulher também sente, e este ato tem que ser sublime e de prazer para ambos os sexos. Homem pode tudo, “mulher não pode nada”. O pensamento desses vadios, criminosos é este, porque foram criados assim.
    ..

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  6. Paulo Eneas, antes de fazer esse tipo de post, dizendo todas essas coisas sem cabimento, sem contexto e de forma a manipular quem lê, estude um pouco, saia do seu mundinho e veja a realidade, pare de escrever absurdos e coisas tão podres. Se você não tem conhecimento sobre o assunto é melhor que fique calado.
    Se não existe uma cultura do estupro, como uma mulher é estuprada a cada 11 minutos no Brasil, como cerca de 50 mil mulheres são estupradas todos os anos no país, muitas delas morrem por conta do estupro, outras não conseguem sobreviver com a lembrança do fato, muitas dessas mulheres se calam por medo, muitas que falam são caladas e infelizmente apenas algumas poucas são ouvidas. Se não temos uma cultura do estupro, qual é o nome que damos para quando nos forçam a fazer sexo, nos drogam ou agridem?! E isso não acontece só na rua, não acontece só com mulheres pobres, moradoras de favelas, não acontece por causa de roupa curta ou batom vermelho. O estupro acontece dentro e fora de casa, nas famílias ricas e nas pobres, nas faculdades públicas, particulares, no metrô ou na rua de casa, é um ato vindo de homens que nos conhecem, que dormem na mesma cama, no quarto ao lado, na casa do lado, estudam na mesma universidade, têm os mesmos amigos, frequentam os mesmos bares, moram nos condomínios ou nas favelas, escutam música clássica ou funk. Não diga que estupradores são “doentes” ou “marginais”, porque antes de tudo eles são homens.
    Quanto à meretrizes feministas, eu peço respeito, você pode não concordar com o movimento feminista, pode não apoiá-lo, mas no mínimo você deve a ele respeito, assim como se deve respeitar a posição política, a religião ou o time de futebol do outro. O fato de as feministas estarem em grande parte na esquerda, é pelo fato de simplesmente a direita ser conservadora, não ouvir a voz da mulher, não considerá-la capaz de argumentar politicamente, economicamente o socialmente.
    Mais uma vez, eu peço que antes que você torne público qualquer opinião, você pense que o seu direito de se expressar é diferente de ofender os outros, e ele só vai até onde começa o direito do outro ou da outra.

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  7. É tão construído isso que os homens não conseguem enxergar, eles não aceitam o fato que mesmo que ela tenha consentido algo LÚCIDA, não se faz com a pessoa INCONSCIENTE. É imoral, perverso, canalha. Eles estão criando vários pontos de vistas distorcidos e usando coisas sem sentido, que não faz parte da nossa cultura pra justificar o fato.

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  8. Um conteúdo assim só poderia mesmo ser postado em um blog. Se fosse algo sério e realista não estaria sendo estampado em um blog meia boca e sim nas mídias de verdadeira importância. Nunca li tanta boçalidade num só texto. Vá ler e estudar sobre a direita ao invés de perder seu tempo disseminando ódio gratuito, é melhor e faz bem.

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  9. Pingback: Precisamos falar sobre “cultura do estupro” | Mulheres Católicas

  10. Excelente o comentário de seu post! Bateu cada ponto que escancara a farsa desse pseudo movimento de defesa das “mulheres”. O feminismo não passa de um braço do marxismo cultural que visa atacar a família tradicional, as igrejas cristãs e jogar mulheres contra TODOS nós os homens. Como você comentou, esse movimento não se importam com as mulheres e sim com a agenda marxista, pois a maior prova disso é a omissão delas em relação ao maldito funk (que em sua letras esculhamba as mulheres e todas as formas), exemplo a música “Baile de favela” que faz apologia ao estupro descaradamente e NENHUMA delas, as feministas, sequer se dispôs a processar os autores desse lixo musical. Outro exemplo foram os estupros coletivos na Alemanha que NENHUMA delas disse NADA a respeito, tanto aqui quanto na Europa, pois o Islã é parceiro dos comunas na luta contra o Ocidente, o cristianismo e o tal imperialismo americano, logo NÃO pode ser atacado por elas. Um outro exemplo que poderia ser citado foi a visita do Papa Francisco ao Brasil em 2013 (Jornada Mundial da Juventude), algumas dessas loucas se masturbando com crucifixos em via pública por onde passava o Papa, além de cometer crime, deram uma prova de intolerância, desrespeito e ódio contra a igreja cristã ocidental, ao passo que quando o Presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad (país onde o estupro é banalizado, até institucionalizado e lá sim as mulheres são tratadas como lixo e PROPRIEDADE do homem), esteve aqui no RJ em 2012 por ocasião da Rio+20, NENHUM absolutamente NENHUM seguimento feminista se manifestou contra sua visita, ainda que Oficial, ao Brasil, aliás, apenas a Hebraica do Rio de Janeiro, manifestou-se contra sua presença na reunião de cúpula, pois os movimentos feminista e LGBT (outro braço do marxismo) nada fizeram ou sequer repudiaram, mostrando de maneira categórica que não querem defender “minorias” e sim atacar tudo que represente a “cultura e o modo de vida ocidental”, a própria imprensa brasileira (majoritariamente esquerdista) deu pouquíssimo destaque a visita desse Chefe de Estado muçulmano. Nós homens brasileiros e Ocidentais repudiamos qualquer tipo de violência contra qualquer mulher seja ela qual for, tanto é que, estupradores, aqui no Brasil, são barbarizados em presídios e linchados em praças públicas. Quem os protege são essas nossas leis ridículas, que foram feitas visando a salvaguarda de todos os tipos de marginais (inclusive estupradores sanguinários, pleonasmo), tratando esses psicopatas como “vítimas da sociedade”. Para as mulheres que comentam aqui no post e estão contra seu ângulo de raciocínio, pode ter certeza, muitas delas não sabem que os tais movimentos sociais, a militância feminista e LGBT, Movimento Negro, UNE, UBES, UJS, PCdoB, PSOL, PT, PDT e todo tipo de intelectual maconheiro esquerdista foram RADICALMENTE CONTRA a redução da maioridade penal, assim como, são contra a mudança das leis para que criminosos sejam severamente punidos, para isso utilizam-se dos argumentos mais cretinos e mentirosos como: “essa lei só vai punir pobres”, “só serão presos os negros”, “encarcerar bandidos não adianta nada”, “tem que legalizar as drogas e acabar com a PM” e outras baboseiras que só os militantes retardados e os políticos mal-intencionados ousam defender em público . Essa é mais uma prova de que esses movimentos, inclusive o feminista, não estão nem ai para segurança das mulheres, apenas atendem a pauta marxista como você mesmo disse em seu texto. Portanto, Paulo Eneas, prossiga e não esmoreça, pois os ataques dos idiotas úteis, como aqui na área de comentários irão continuar e até se intensificar, mas tu já pode perceber que existe o contraditório inclusive com mulheres, essas sim esclarecidas, concordando com seus argumentos. Parabéns pelas ideias apresentadas e pelo blog!

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  11. Não, não existe cultura do estupro porque ninguém é ensinado a estuprar. Não existe cultura NO estupro, assim como em qualquer tipo de violência em que o ser humano se comporte como o animal bruto, portanto, desprovido de qualquer cultura.

    Já o artigo do sr. Paulo Enéas é algo repugnante!

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  12. Ótimo texto, explorando as premissas factuais que há de serem trabalhadas e não jogando argumentos da boca para fora como algumas mulheres que levantam essa bandeira contra o gênero masculino fazem, levantam apenas para agredir os homens, sem argumentos, não conseguem nem no mínimo dizer o por que deste texto ser lixo para refuta-lo. Apenas dizem, cagam pelos dedos…

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  13. Pingback: Ciclo de Palestras Redefinindo o Saber: Feminismo | Crítica Nacional

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