A Falácia Esquerdista da Distribuição de Renda

Um dos carros chefe da retórica política da esquerda é o enganoso argumento da necessidade de políticas estatais públicas de distribuição de renda, sempre sob o pretexto de promover a chamada justiça social. Uma vez estando no poder, as tais políticas de distribuição de renda implementadas pela esquerda se traduzem em aumento da penalização tributária para quem de fato produz e gera renda, que são os empreendedores e assalariados qualificados, e no estímulo à acomodação dos mais pobres na sua condição de pobreza por meio de políticas assistencialistas e populistas que no médio prazo se mostram insustentáveis.

É preciso começar a repetir de maneira quase didática a verdade que a ciência econômica já demonstrou há séculos: renda não se distribui, e muito menos cabe ao estado adotar políticas destinadas a uma hipotética e imaginária distribuição de renda, pois ao fim e ao cabo elas se mostram um fracasso. E quem ainda acredita na mentira propagandística do suposto paraíso do estado de bem-estar social implantado pela socialdemocracia na Suécia, deveria se lembrar que estudos da própria ONU (insuspeita nesse caso, em se tratando da principal entidade da esquerda globalista no mundo todo) mostram que em menos de duas décadas esse país escandinavo será o mais pobre de todo o continente europeu.

Renda não se distribui por ação do estado. Renda é gerada e criada pela livre iniciativa de empreendedores individuais ou associados de maneira espontânea, gerando como resultado líquido o enriquecimento da sociedade como um todo. Não cabe ao estado interferir no processo de geração e criação de renda para fins supostamente distributivos, guiado por enganosas intenções de uma imaginária justiça social. Até porque, o conceito de justiça social nem sequer faz sentido e serve apenas para ocultar um conteúdo ideológico esquerdista de natureza profundamente autoritária.

Vale lembrar que todas as ditaduras socialistas que existiram no mundo, e as que ainda existem, nasceram sob o pretexto de promover justiça social por meio da distribuição de renda. Esse por sinal era exatamente o carro chefe da propaganda oficial do moribundo governo petista, que deixará como herança de sua política de distribuição de renda um país mais pobre, com mais de onze milhões de desempregados e com as contas públicas estouradas e gigantescas empresas estatais falidas, num exemplo claro e trágico para os brasileiros sobre o que as intenções de justiça social das políticas de esquerda de fato conseguem produzir: mais pobreza e mais miséria.


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