Os Insultos do Nobel da Paz e as Lições da Guerra Política

O Senado brasileiro e os brasileiros na sua totalidade foram surpreendidos nessa quinta-feira com as ofensas desferidas diretamente da tribuna do Senado por um estrangeiro e delinquente intelectual chamado Adolfo Pérez Esquivel, ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1980. O nobelista, trazido à tribuna pelo senador petista Paulo Paim, usou do espaço para afirmar que está ocorrendo um golpe de estado no país, e fez paralelo com processos semelhantes ocorridos no Paraguai e em Honduras.

Pérez Esquivel agiu como porta-voz do Foro de São Paulo, a associação que reúne partidos comunistas e socialistas com grupos guerrilheiros e de narcotraficantes e que coordena a ação da esquerda no continente latino-americano, e que tem a Unasul como fachada oficial. Ele repetiu a versão oficial adotada há mais de dois anos pelo Foro, que acusa de golpe todo processo político democrático e institucional que ocorre nos países da região em que a esquerda é derrotada. Antes de proferir a ofensa às instituições e ao povo brasileiro no seu conjunto, o delinquente nobelista se reuniu com a ex-presidente em exercício para, segundo o entendimento dele, prestar solidariedade ao golpe de que ela estaria sendo vítima.

Esse fato revela um dado muito importante: honrarias e títulos internacionais na maioria das vezes servem tão somente como elemento para edulcorar uma agenda ideológica e como instrumento de guerra política. Basta lembrar que Lula recebeu títulos de doutor honoris causa de diversas instituições de prestígio no mundo inteiro, e resta saber agora se essas instituições irão cassar esses títulos, mantendo apenas a piada que eles representam. No caso do Prêmio Nobel, é inegável que os prêmios concedidos nas áreas de ciências naturais refletem a excelência de seus agraciados, o mesmo valendo para a Medalha Fields, o equivalente ao Nobel em matemática. Mas nas áreas de literatura e no famigerado prêmio da paz, a concessão segue unicamente um viés político, que nas últimas décadas tem estado em linha com a agenda ideológica da esquerda.

A lista de agraciados com o Nobel da Paz nas últimas décadas contém desde assassinos e chefes de organizações terroristas, como lideranças políticas da esquerda internacional que ajudaram a tornar o mundo menos seguro e mais arriscado a conflitos bélicos de larga escala. Alguns exemplos são mais do que evidentes:

Nelson Mandela (1993)
O mito criado em torno de Mandela é uma das maiores mentiras criadas no final do século passado. As práticas criminosas e corruptas de seu partido na África do Sul ainda durante o regime do apartheid, e posteriormente após ter chegado ao poder, aos poucos começam a ser reveladas e possivelmente em pouco tempo esse mito será desfeito e sua verdadeira historia, que não tem nada de meritosa ou de nobre, virá à luz de maneira plena.

Yasser Arafat (1995)
Um dos maiores assassinos da história do Oriente Médio, que criou a organização terrorista Al-Fatah nos anos cinquenta por orientação de Moscou e da Irmandade Muçulmana, organização essa que era quem dava as cartas na OLP e posteriormente continuou dando as cartas do lado palestino, agora sob a fachada de Autoridade Palestina. Arafat foi o responsável direto pelo assassinato de inúmeros inocentes árabes ou judeus no Oriente Médio e sua organização terrorista foi uma das criadoras dos métodos de ação empregados pelo terrorismo no mundo inteiro hoje.

ONU (2001)
O fato de a principal e mais rica e mais corrupta das ONG’s da esquerda globalista no mundo inteiro ter sido agraciada com o Nobel da Paz é um sinal evidente do caráter político ideológico desse prêmio.

Jimmy Carter (2002)
O ex-presidente americano do Partido Democrata, o maior partido de esquerda do ocidente, foi o principal responsável pela orientação errática da política externa norte-americana que ao fim e ao cabo possibilitou à dinastia ditatorial comunista da Coreia do Norte ter acesso às tecnologias que possibilitaram ao regime construir artefatos nucleares. A ditadura comunista norte-coreana é o único caso do mundo moderno de um governo que mantém sua população inteira sob regime de escravidão, e não estamos falando no sentido figurado. O regime mantém campos de concentração para prisioneiros políticos, cuja condenação política é passada por “herança” a seus descendentes, e o grau de miséria e fome é tal que são frequentes os relatos de canibalismo. O país possui um dos maiores contingentes armados do mundo, superior a um milhão de soldados. Na hipótese de um conflito nuclear eclodir na península coreana, a conta por essa tragédia deverá ser enviada ao nobelista da paz Jimmy Carter.

Al Gore (2007)
O ex-vice-presidente norte-americano é um dos principais propagandistas da falácia do aquecimento global antropogênico. Todas as afirmações e previsões que esse nobelista da paz fez nos últimos anos sobre o tema mostraram-se completamente infundadas e foram negadas pelos fatos. A despeito disso, o nobelista não teve até o momento a dignidade de se retratar publicamente.

Barack Obama (2009)
A passagem do socialista muçulmano e queniano pela Casa Branca representou a experiência mais traumática que a mais do que bicentenária democracia americana já experimentou. Obama representou a traição dos interesses e dos valores da sociedade americana em todas as áreas de sua política externa e interna. Ao sair, esse nobelista da paz deixará como legado de seus oito anos de administração nada menos que um Estado Islâmico, fruto direto de sua política externa pró-muçulmana no Oriente Médio, além de um Irã muito mais forte e armado com artefatos nucleares.

União Europeia (2012)
Ao lado da ONU, a União Europeia é o principal projeto da esquerda globalista internacional com vistas a aspiração de se constituir um governo mundial. Desde a consolidação da União Europeia, o continente europeu se tornou um lugar pior, menos seguro, com fronteiras abertas para a invasão muçulmana e restrições cada vez maiores às liberdades individuais. A Europa somente reencontrará o caminho de seu futuro, que não seja o da destruição, no dia em que sepultar essa estrovenga globalista chamada União Europeia e quando os europeus voltarem a se reconhecer como herdeiros e continuadores da tradição moral judaico-cristão que por séculos formou a civilização ocidental. Tradição essa que a União Europeia se ocupa sistematicamente em negar e apagar, razão pela qual fez jus ao Prêmio Nobel.

O episódio grotesco protagonizado nessa quinta-feira no Senado brasileiro pelo delinquente intelectual nobelista da paz está, portanto, em linha com o real significado desse prêmio. Não sem motivo, outras personalidades internacionais que foram indicadas para o Nobel da Paz ao longo dos anos tiveram a dignidade de recusá-lo.


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