As novas eleições e o delírio político da esquerda que não assimila a derrota

Os petistas e suas linhas auxiliares e todo o resto da esquerda não conseguiram ainda assimilar a derrota que sofreram ontem. A tentativa de trazer na marra o tema de novas eleições para a agenda política reflete um quase desespero da esquerda ante à percepção da mudança política profunda em direção à direita que vem ocorrendo no país. Mudança essa que teve na aprovação do impeachment ontem na Câmara apenas um de seus capítulos, que não foi o primeiro nem será o último.

O significado da proposta de novas eleições, que foi oficialmente lançada pelo porta-voz da esquerda marxista no país, a Folha de São Paulo, já foi tratado por nós nesse artigo aqui. Essa proposta foi reforçada dias atrás numa pesquisa fraudada do Datafolha, sobre a qual também falamos nesse outro artigo aqui. Em resumo, entendemos que essa proposta de novas eleições tem que ser rechaçada sem pestanejar, uma vez que a realização de um novo pleito agora seria inconstitucional: a Constituição Federal não determina a realização de novas eleições em seguida ao impeachment, exceto no caso em que o vice-presidente também venha ser impedido impedido, coisa que não aconteceu e nem vai acontecer.

A proposta de novas eleições visa tão somente assegurar a permanência da esquerda no poder, ainda que o petismo venha a ser derrotado em definitivo, como de fato será nos próximos dias. Novas eleições por meio de urnas eletrônicas fraudáveis e controladas por uma justiça eleitoral que é uma caixa preta montada pela esquerda, e sob os atuais critérios de distribuição de tempo de televisão e de recursos do fundo partidário interessam tão somente à esquerda e à Marina Silva, a petista que está fazendo um esforço para dar continuidade ao petismo em outra sigla.

Acreditamos que dificilmente essa proposta vai prosperar, pois sua aprovação dependeria da aprovação de uma emenda à Constituição. Como a esquerda não tem hoje força nem para reunir os votos necessários para barra um impeachment na Câmara, quiçá os mais de trezentos votos necessários para alterar o texto constitucional. Trata-se portanto de um delírio político da esquerda que serve mais para consumo interno junto às suas bases. A despeito disso, essa proposta deve ser combatida e rechaçada com determinação, para impedir que a esquerda novamente crie uma narrativa falsa sobre a agenda política do país e tente vender essa narrativa, principalmente ao exterior, como se fosse expressão de nossa realidade política.


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