Europa teme ataque terrorista muçulmano com armas biológicas

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O temor de que o Estado Islâmico possa promover um ataque terrorista muçulmano ao ocidente usando armas químicas ou biológicas sempre esteve presente desde quando os terroristas do grupo tomaram o controle da cidade de Mosul no norte do Iraque, em julho de 2014. Há anos os serviços de inteligência ocidentais já suspeitavam que nessa região encontravam-se as instalações para produção de armas nucleares, e possivelmente de armas químicas e biológicas, ainda na época de Sadan Hussein. As suspeitas se baseavam, entre outros, no fato de Universidade de Mosul ser um dos principais centros de excelência acadêmica do Oriente Médio. E foram justamente essas suspeitas que motivaram o então presidente norte-americano George Bush a tomar a decisão acertada e correta de promover a Guerra do Iraque.

Esse temor de um ataque terrorista muçulmano com armas biológicas se acentuou nas últimas semanas, quando a polícia belga prendeu o muçulmano Abderamane Ameroud, um argelino que já havia cumprido seis anos de prisão na França por assassinato, e que é suspeito de ligações com Reda Kriket, preso em Paris no final de março acusado de preparar um novo atentado terrorista muçulmano na capital francesa. A prisão de Ameroud ocorreu em 25 de Março na capital belga, junto a uma estação de trem, após Abderamane Ameroud ter sido baleado na perna pela polícia junto a uma linha de trem no subúrbio de Schaerbeek.

O subúrbio de Schaerbeek não por um acaso é o mesmo local onde residiam os terroristas muçulmanos que promoveram o ataque suicida ao aeroporto e estação de trem da capital belga no mês passado. Na mochila do suspeito baleado, a polícia encontrou uma embalagem plástica contendo testículos de animal apodrecidos e fezes. Obviamente a descoberta desse tipo de material nos pertences de um suspeito de terrorismo fez soar o alarme dos precários e ineficientes serviços de segurança e de inteligência belgas sobre o risco de ataque biológico por parte do ISIS.

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Logo após a prisão do suspeito, as autoridades governamentais belgas adotaram a mesma postura que os demais governos de esquerda socialistas ou socialdemocratas da União Europeia têm tomado diante da invasão islâmica que vem ocorrendo no continente: procuraram minimizar o fato, afirmando que o material incomum encontrado com o muçulmano detido foi submetido a exames de laboratório e não apresenta risco de se constituir em arma biológica. No entanto, fontes independentes afirmam que tal material pode ser usado para o envenenamento de alimentos em larga escala ou para a disseminação de doenças fatais.

Esse episódio mostra que o islã prossegue em sua guerra declarada e permanente contra a civilização ocidental, principalmente em solo europeu. A disposição do islã em prosseguir essa guerra continua na mesma proporção e intensidade com que os governos de esquerda europeus procuram não apenas negar a existência desse conflito como principalmente procuram colaborar com o inimigo muçulmano, abrindo as fronteiras do continente para a invasão islâmica travestida de fluxo migratório de supostos refugiados. E essa colaboração com o inimigo é feita em nome das falácias esquerdistas da diversidade e do multiculturalismo e do politicamente correto.

(Com conteúdos de breitbart dailymail e jihadwatch)


 

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