Ao petismo só resta a criação de uma falsa narrativa

 

Com a aprovação do impeachment dada como praticamente líquida e certa na votação na Câmara dos Deputados no próximo domingo (ainda falaremos hoje sobre isso) resta ao governo ditatorial petista um último recurso na tentativa quase desesperada de impedir que seja apeado do poder: criar uma falsa narrativa a respeito de uma suposta divisão do país, divisão essa que se daria por classes sociais e que seria representada simbolicamente até mesmo pelo Muro de Brasília, cuja imagem tem aparecido em diversos veículos da imprensa internacional.

O esforço para criar essa falsa narrativa vem sendo trabalhado já há algum tempo por profissionais de relações públicas do governo e do próprio petismo, que vêm promovendo um lobby nesse sentido junto à imprensa e entidades nacionais e estrangeiras com alguma capacidade de influenciar a opinião pública. Exemplos recentes desse lobby podem ser vistos nesse link aqui, onde a OEA e a CEPAL expressam claramente sua posição em defesa do governo ditatorial petista, por meio da repetição da falsa narrativa de divisão do país e de uma suposta ameaça à democracia.

Esse lobby governista da falsa narrativa chegou essa semana também à ONU, a maior e mais corrupta e influente de todas as entidades da esquerda globalista internacional. Uma certa Ravina Shamdasani, porta-voz de um certo Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos, repercutiu e reproduziu essa semana em uma conferência de imprensa em Genebra, na Suíça, a mesmíssima falsa narrativa inventada pelos estrategistas do Palácio do Planalto a respeito da suposta divisão do país e dos riscos à democracia, como mostrou essa matéria da Veja.

Essa falsa narrativa pode e deve ser desconstruída com poucas palavras. Não existe divisão do país, em primeiro lugar. Ao contrário, a imensa maioria dos brasileiros poucas vezes esteve tão unida em torno de um só objetivo: ver o fim imediato do pior governo que o Brasil já teve, que é o governo de Dilma Rousseff do Partido dos Trabalhadores. Essa ideia de divisão do país tem ser rechaçada plenamente. Quanto a supostas ameaças à democracia, a única ameaça que existe é aquela representada pelo governo petista e sua disposição de aplicar um golpe de estado para permanecer no poder.

E por fim, a suposta preocupação da ONU deve ser solenemente ignorada, pois essa entidade da esquerda globalista existe tão somente para defender governos e ditaduras de esquerda, para promover a islamização do mundo ocidental e para exercer o antissemitismo característico da esquerda por meio de condenações sucessivas ao Estado de Israel. A ONU não está nem nunca esteve preocupada com democracia em lugar algum mundo.

(Foto da matéria exibida na Home Page: criação de Luciana Bülau)


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2 comentários sobre “Ao petismo só resta a criação de uma falsa narrativa

  1. Pingback: 15:10hs Discurso de líder petista reforça a falsa narrativa criada pelo PT | criticanacionalespecialimpeachment

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