Dilma: da delinquência institucional à insânia generalizada que se torna irrelevante

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Dilma já não mais se limita a não governar o país, no sentido mais elementar de gestão e administração que o verbo governar comporta. Ela decidiu transformar o Palácio do Planalto em palanque permanente para a exibição de toda a insânia comportamental esquerdista que a delinquência institucional representada pela sua presença ainda na presidência é capaz de produzir. Em outra cena do espetáculo circense em exibição permanente no local onde deveria ser a sede do governo federal brasileiro, Dilma reuniu nessa terça-feira um punhado de mortadelos e miseráveis arregimentados que, junto com alguns top notches da milícia petista conhecida como movimentos sociais, serviram de plateia para o pronunciamento mais leviano e irresponsável que um ocupante da presidência do país já realizou.

Dilma simplesmente acusou seu vice-presidente de golpista. E como para uma velha comunista terrorista abrigada sob o petismo delinquência institucional pouca é bobagem, ela aproveitou para acusar também o chefe do legislativo nacional de golpista. Em qualquer outro país razoavelmente democrático, uma acusação dessa natureza vinda do chefe de estado e de governo teria repercussão tal que seria capaz de paralisar o país. O discurso insano de Dilma, feito hoje no circo tresloucado em que ela transformou a sede do governo federal, só não teve maiores consequências porque felizmente há tempos nada do que ela  venha a dizer ou falar tem qualquer consequência ou importância, se é que algum dia teve.

Dilma, que nem mesmo sequer consegue nomear ministros, pois a justiça impede suas nomeações ou as suspende, se tornou o protótipo do fantasma político que perambula arrastando correntes pelo palácio, à guisa de castelo, esperando o momento de ser removida. Ela se tornou materialmente irrelevante e, felizmente para o país, deixou de ser um problema em si, para se tornar apenas um óbice à espera de ser retirada de cena, uma vez que ela já não mais governa.

O país vive hoje na verdade um estado de suspensão com viés de perspectiva positiva, uma vez que a quase totalidade dos agentes políticos e econômicos dá como líquido e certo que não existe mais governo petista. O país vive no compasso de espera para o cumprimento do ritual constitucional para que o novo governo assuma. Quanto a Dilma, ela possivelmente incorrerá em mais algum espetáculo de pateticidade e leviandade como o que ela protagonizou hoje no circo do planalto. Mas eles se tornarão cada vez mais irrelevantes, tal como sua patética figura.


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