Rússia instala mísseis de potencial nuclear em território sírio

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No novo desenho geopolítico do Oriente Médio que vem se configurando nos últimos anos como resultado da política externa traidora antiamericana, pró-islâmica e anti-Israel levada a cabo pelo socialista muçulmano Barack Obama, os Estados Unidos passaram a ser meros coadjuvantes naquela estratégica região do mundo, cedendo deliberadamente o papel de protagonistas à Rússia e ao Iran.

A Rússia chefiada com mão de ferro pelo neocomunista Putin, vem exercendo esse protagonismo de forma plena, por meio de uma aliança militar com o Iran, que em breve estará plenamente equipado com poderio nuclear graças aos esforços e empenho de Obama e dos governos socialdemocratas europeus (os mesmos que abrem as portas de seus países para a invasão muçulmana) e também em uma aliança com o Hizbolah. Tanto Iran quanto o Hizbolah já declararam e declaram explicitamente que têm como objetivo destruir o Estado de Israel.

A Rússia é hoje a única superpotência a ter presença militar de facto na região, e transformou o Oriente Médio em sua zona de influência plena, rompendo um equilíbrio estratégico regional que existia entre as duas superpotências desde o final da Segunda Guerra. E em mais uma demonstração de sua ascendência quase plena em todo o Oriente Médio, a Rússia concluiu nos últimos dias a instalação do sistema de mísseis balísticos SS26 Iskander-M na localidade de Hmeimim, no litoral mediterrâneo da Síria.

Trata-se de um sistema de mísseis do arsenal russo capaz de transportar ogivas nucleares, e é considerado o mais sofisticado sistema de mísseis de curto alcance no mundo todo. Esses mísseis têm alcance de 500 km, de modo que lançados a partir de sua base em Hmeimim, eles podem alcançar o território turco até a capital Ankara, bem como alcançar praticamente toda a região norte e central de Israel, estendendo a zona de alcance até a cidade de Beersheva ao sul no deserto de Negev.

Não se teve notícia até o presente momento de qualquer objeção por parte do governo de Barack Obama junto ao governo russo por conta da instalação desse sistema de mísseis capazes de atingir Israel, embora obviamente a inteligência militar americana não apenas saiba de sua existência como seguramente soube com antecipação da intenção russa de instala-lo. O que mais uma vez evidencia que a política externa de Obama é traidora não apenas dos interesses americanos, mas também de Israel.

Quando sair da Casa Branca ao final desse ano, Barack Obama deixará um legado maldito e sombrio para os americanos e para todo o mundo democrático ocidental. Esse legado incluirá entre outros o enfraquecimento do papel dos Estados Unidos no mundo, o surgimento do Estado Islâmico e um Oriente Médio mais explosivo e instável, que resultará e já resulta numa ameaça real ao Estado de Israel, cuja segurança nunca esteve tão em risco como agora desde a sua fundação.

(Com conteúdo de DebkaFile)

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