Líder terrorista afirma que Estado Islâmico tem agentes infiltrados nas principais cidades do mundo

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Em um programa de rádio veiculado no último domingo em uma emissora de Nova York e outra da Filadélfia, Abu al-Ayna al-Ansari, representante oficioso do Estado Islâmico na Faixa de Gaza, afirmou que o ISIS possui diversos ativistas instalados em pontos estratégicos como aeroportos e estações de metrô das principais grandes cidades do Ocidente. A entrevista foi previamente gravada e sua autenticidade foi confirmada por Aaron Klein, repórter investigativo em Tel Aviv e em Jerusalém do Jornal Breitbart.

O Estado Islâmico nunca reconheceu oficialmente sua presença na Faixa de Gaza para evitar conflitos locais com o Hamas, a organização terrorista que efetivamente governa aquela região por meio da imposição do terror e do medo contra a população civil árabe local, que invariavelmente é usada como escudo humano por parte destes terroristas em seus ataques contra a população civil ao sul de Israel. No entanto, serviços de inteligência israelenses ocidentais não têm dúvidas da presença de ativistas do Estado Islâmico naquele território, principalmente em sua faixa costeira mediterrânea. Abu Ansari, um salafista com anos de práticas terroristas, é tido como líder desses ativistas, que também já foram responsáveis por inúmeros ataques com foguetes, a maioria de procedência russa, contra o território israelense.
Na entrevista, Abu Ansari afirmou que esses agentes infiltrados, os muhadins, em geral trabalham como funcionários comuns nas estações de metrô e nos aeroportos, incluindo áreas de segurança, das principais cidades ocidentais. Ainda segundo Ansari, esses agentes foram recrutados pelo poder de persuasão da mensagem do islã, e que uma das provas da eficiência dessa rede de infiltrados foi a derrubada dias atrás de uma aeronave russa na região do Sinai. A despeito dessas alegações, não houve até o momento qualquer indicação de agentes infiltrados no metrô ou no aeroporto de Bruxelas, palco dos últimos atentados no ocidente, e que foram assumidos pelo Estado Islâmico.
As afirmações de Abu Ansari podem ser em grande parte propaganda destinada ao terror psicológico contra o ocidente. Mas deve-se levar em consideração que, segundo as próprias autoridades europeias, cerca de seis mil cidadãos europeus se juntaram ao Estado Islâmico nos últimos anos. Uma parte desses ativistas muçulmanos de nacionalidade europeia (muitos deles descendentes de imigrantes de segunda ou terceira geração) retornaram aos seus países europeus de origem plenamente treinados e capacitados para ações militares e de terrorismo.
O fato é que a Europa está em guerra. Uma guerra que lhe foi declarada pelo islã e que os chefes políticos europeus socialistas e socialdemocratas, o que inclui o chefe da Igreja Católica Mario Bergoglio, se recusam a reconhecer. Não apenas não reconhecem, como colaboram com o inimigo muçulmano, ao se negarem em nome da falácia do multiculturalismo e do politicamente correto a ver no islã aquilo que ele verdadeiramente é: o inimigo da civilização ocidental.

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(Com conteúdo de Breitbart Jerusalem)

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