Atentados Muçulmanos na Bélgica (1)

As informações da imprensa europeia confirmam até momento 36 mortes e 141 civis feridos nos atentados muçulmanos ocorridos na Bélgica esta manhã. Os atentados ocorreram no aeroporto e no metrô da capital belga. O ataque no aeroporto foi precedido de disparos por parte do terrorista suicida que, segundo informa a Reuters, teria gritado expressões em árabe antes de consumar com as explosões. Outra explosão ocorreu logo em seguida no metrô da cidade.

Ainda segundo a Reuters, os atentados estariam relacionados à prisão na semana passada de Salah Abdelsam em Bruxelas. Salah Abdelsam é ligado ao Estado Islâmico e suspeita-se que seria um dos mentores dos atentados muçulmanos em Paris no final do ano passado e que mataram mais de uma centena de pessoas.
Os governos europeus ocidentais, todos de orientação esquerdista e responsáveis diretos pela entrada massiva de muçulmanos no continente, acreditam que cerca de seis mil muçulmanos de nacionalidade europeia tenham se juntado ao Estado Islâmico desde o seu surgimento, para receber treinamento em terrorismo na Síria e no Iraque. A maioria desses muçulmanos retorna ao continente europeu onde montam células terroristas para a prática de atentados.
Ao comentar os atentados, o pré-candidato republicano Ted Cruz afirmou que o “islã radical” está em guerra com o Ocidente. Uma afirmação infeliz que mostra que o senador texano talvez não tenha compreendido a natureza do islã. Não existe “islã radical”, pois essa denominação é uma narrativa inventada pela esquerda ocidental para ocultar o choque de civilizações que marca o mundo contemporâneo nas últimas décadas. Um choque no qual a esquerda escolheu um lado: a favor dos muçulmanos e contra a civilização ocidental.
Por sua vez, Donald Trump não fez concessões: ele afirmou para à Foz News que “a responsabilidade por esses assassinatos em massa reside unicamente naqueles que os praticaram e naqueles que dão apoio e suporte a esses ataques”, numa clara alusão à maioria supostamente pacífica dos muçulmanos do mundo inteiro, que são protegidos e resguardados pela esquerda,  que se calam e se mantêm em silêncio cada vez que se cometem crimes e assassinatos em massa em nome de aláh.

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